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6701 results found for tag:"familia".
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granos arena
11/06/2025
SONIA MOSLERO MELLADO
libro cuentos
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Las distancias Versión 05
10/20/2025
Carlos Laín
Después de treinta años, Ana regresa a la casa familiar, en un remoto pueblo de la sierra, para reencontrarse con una madre endurecida por la vida y un hermano enfermo al que apenas reconoce. En ese viaje forzado descubre que las heridas familiares no se curan con palabras sino con gestos cotidianos, y que a veces volver no es rendirse, sino empezar de nuevo.
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Planificación diaria con IG: elegir y registrar
10/15/2025
Cristina Pindado
Escena doble: a la izquierda, desayuno con opciones rápidas y monitor; a la derecha, familia planifica menú y registra horarios/elecciones con check verde. Imagen generada con IA para apoyo visual del artículo sobre el índice glucémico, se registra expresión visual.
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¿Rápido o lento? Ejemplos cotidianos
10/15/2025
Cristina Pindado
Madre y peque con iconos: patatas fritas vs. tomate, manzana con “rayo” vs. sin él, chocolate y caramelo; conversación sobre velocidad de absorción. Ilustración digital generada con IA y postproceso, se registra expresión visual.
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Adulto e hijo leen un libro con ADN y un cambio A→G; bocadillos con médico al teléfono y corazón. Ilustración generada con IA como referencia del artículo; este registro protege la expresión visual concreta.
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TU
09/25/2025
Blanca Lucas
COMPAÑERA DE VIDA
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PERDIDA
09/25/2025
Blanca Lucas
SI SE PIERDE TU FARO, TU NO VUELVES A PUERTO
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ME SIENTO PEQUEÑA
09/25/2025
Blanca Lucas
CUANDO PIERDES TU GUÍA TE PIERDES TU TAMBIÉN
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Amigas
09/24/2025
Blanca Lucas
Para esas personas que siempre están
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Balanza de Cuervos
09/08/2025
Camil Alejandra Freijomil
Novela: Balanza de Cuervos Autora: Camil Alejandra Freijomil. En el pueblo de Roaven, la familia Tretten se regodea de saber que nadie podría desafiar su eterno poderío, pero pronto un terrible secreto resurgirá de las cenizas para demostrarle lo contrario. Personajes: Heldís Tretten, Erik Tretten, Ansgar Tretten, Kalevi Tretten, Graula Tretten, Todd, Dann Tretten, Niklas Tretten (entre otros). Pueblo: Roaven Familia: Tretten Estandarte: El cuervo rojo en la balanza. El Prólogo inicia con los protagonistas masculinos de la familia: Erik y Ansgar Tretten, que han cometido un crimen. 13 años más tarde, Ansgar Tretten vive en la tranquilidad de saber que todo quedó enterrado en el pasado y su única preocupación en el presente es limpiar los rumores de su hija Heldís, para poder casarla, mientras él mismo busca un heredero, pero pronto algunas cosas del pasado regresaran para acecharlos, y todos desconfiarán de todos. Una lucha por el poder, una familia corrupta y quebrantada, y un pueblo que exige una cabeza.
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O internato
09/07/2025
Meireles Nsangui
As Vozes do Chão Ainda me lembro da primeira noite como quem se recorda de um aviso — não um aviso claro, mas um pressentimento feito de sombras. Era tarde. A eletricidade tinha sumido sem cerimônia, e a casa mergulhava numa escuridão que parecia ter raízes. Éramos cinco naquele internato antigo. O vento assobiava entre as frestas da madeira como se quisesse nos chamar pelo nome. Neru, o mais velho, fingia calma sentado junto à janela, encarando o breu como se o lado de fora fosse menos perigoso que o que morava entre nós. Eka brincava com um isqueiro velho, acendendo pequenas labaredas como se acender luz fosse suficiente para apagar o medo. Tomi tremia sob um cobertor ralo. Eu apenas ouvia. Havia algo no silêncio que sempre me perturbou mais que qualquer grito. E havia Avelino. Escoteiro de coração, de pele muito escura e dedos sempre inquietos. Naquela noite, ele desenhava símbolos no chão com o dedo, como se aquilo fosse suficiente para afastar o que estava por vir. Foi quando ouvimos. Um som vindo de baixo. Não era passo, não era vento. Era um arranhar calculado — intermitente, como se alguma coisa estivesse tentando soletrar algo sob o assoalho. Não natural. Nem animal. Nem humano. — É só a madeira — murmurou Avelino, sem convicção. Mas todos sabíamos. O tipo de som que não precisa de explicação. Só de medo. Na manhã seguinte, havia marcas sob o tapete da sala — riscos profundos, como se algo com garras houvesse tentado subir. Neru tirou o tapete em silêncio. A madeira estava lá, intacta. E mesmo assim… havia algo errado no ar. Aquilo era só o começo. O começo do fim da nossa sanidade.
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o eco do vazio
09/07/2025
Meireles Nsangui
No coração de uma ruína esquecida, um homem descobre que a luta pela sobrevivência não é contra monstros externos, mas contra as próprias camadas que o habitam. Dividido entre a sombra que o chama ao sangue e o reflexo que implora por humanidade, ele descobre que o verdadeiro abismo não é um lugar — é uma escolha. E toda escolha deixa cicatrizes. Prólogo – O Lugar Onde as Cicatrizes Respiram Há um lugar que não existe nos mapas. Não porque seja secreto… mas porque ninguém sobrevive tempo suficiente para voltar e descrevê-lo. Ele não tem nome. Os que chegaram perto demais o chamaram de muitas coisas: Inferno. Santuário. Silêncio. Eu, porém, o chamo pelo que ele é: o lugar onde as cicatrizes respiram. O chão é feito de memórias partidas — lajes largas onde cada passo ecoa como um soluço antigo. O ar é denso, carregado do cheiro de chuva que nunca cai. E a luz… se é que existe luz… é uma penumbra azulada, como se o céu estivesse eternamente à beira de apagar. Aqui, a dor não se esconde. Ela tem corpo, tem voz, tem olhos que me seguem. Algumas vezes me acaricia o rosto como quem consola, outras vezes me aperta o pescoço como quem exige tributo. Mas eu aprendi a não fugir dela. Porque, neste lugar, tudo que foge… apodrece. As árvores crescem retorcidas, como se carregassem nos galhos o peso de mil despedidas. O rio é lento, tão lento, que suas águas refletem não o presente, mas tudo que deixei para trás. E no horizonte, há uma torre. Sempre a mesma torre, não importa para onde eu caminhe. Dizem que quem chega ao topo pode ver sua própria alma. Mas ninguém explica o que se vê… ou se vale a pena. Talvez este mundo não tenha nascido de pedra ou de estrelas. Talvez tenha nascido de mim. Da minha fome. Do meu medo. Da minha necessidade absurda de transformar cada lágrima não chorada em alguma coisa que dure mais do que eu. E aqui, nesse território que é ao mesmo tempo prisão e refúgio, eu caminho. Sem pressa. Sem esperança de saída. Porque às vezes… não se trata de escapar. Mas de aprender a viver dentro.
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infinito
09/07/2025
Meireles Nsangui
Sobreviventes A noite ainda queimava no coração de Kael. O fogo que levou os pais jamais se apagaria da sua memória. Sem casa, sem família, ele e Sarya vagavam pelas ruas da cidade, onde a lei não passava de um sussurro. Ali, quem mandava eram os fortes. E os fortes, quase sempre, eram os que nasceram com dons sobrenaturais: homens que cuspiam fogo, mulheres que moldavam sombras, assassinos que liam mentes como livros abertos. Para duas crianças negras sem nada, sobreviver era um milagre. Mas Kael tinha algo que nenhum dom podia oferecer: frieza e inteligência além da idade. Ele observava. Aprendia. Decorava os gestos dos vendedores, os hábitos dos guardas, o horário em que os mercadores mais ricos passavam pelas ruelas. Não roubava por prazer, mas por necessidade. — “Sarya, espera aqui.” — dizia, deixando a irmã escondida em becos, enquanto ele se esgueirava como um fantasma. Com o tempo, Kael aprendeu a transformar até o lixo em arma. Um caco de vidro, uma pedra solta, uma garrafa quebrada — tudo era recurso para sobreviver. A rua cheirava a fumaça e podridão. Sarya agarrava o braço de Kael, os olhos grandes brilhando de medo. Do outro lado do beco, três marginais avançavam, exibindo suas habilidades como feras acuando presas. — “Olha só, o moleque acha que pode brincar de herói sem ter dom nenhum…” — zombou o primeiro, o de braços endurecidos como pedra. Quando socou a parede ao lado, tijolos voaram em estilhaços. O segundo abriu a boca e uma chama escapou da garganta, iluminando a viela com tons laranja. O terceiro girava uma corrente de ferro, a ponta flamejante cortando o ar com um assobio mortal. Sarya deu um passo para trás. Kael não. Ele estava imóvel, os olhos fixos nos inimigos. Respirava fundo. E então, algo diferente brilhou dentro dele. Não era poder sobrenatural. Era leitura. Era instinto. Era como se pudesse enxergar um segundo à frente. O brutamonte de pedra avançou primeiro, o punho descendo como um martelo. Kael se moveu antes que o golpe viesse — deslizou para o lado, o ar explodindo contra sua pele quando o punho esmagou o chão, rachando a calçada. Crack! O de chamas cuspiu fogo, e Kael, rápido, empurrou a própria irmã contra a parede, fora do alcance. O fogo passou rente, queimando a manga do seu casaco preto.
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Alegras mis días
09/04/2025
Blanca Lucas
A mi hija, eres lo más bonito de mi vida.
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Puzle de colores
09/04/2025
Blanca Lucas
A mi sobrino, lo más bonito que tiene es su autismo, pues hace que su forma de querernos y de ver el mundo sea la más especial.
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Non servium: el documental
08/26/2025
Mario Mariño Luezas
Tratamiento del documental sobre la banda musical Non Servium. Protagonista Carlos , el animal.
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"Nacimos hermanos"
08/25/2025
Eva Moreno Lorente
Colaborando,(mas ignorantes de ello),varios autores de vídeo desde Pixabay,y también desde el mismo sitio royalty free prestando excelente blues rock usuario Land_of_Books_Youtube,(su instrumental con nombre de archivo blus-instrumental-adventure-229685),aquí está "Nacimos hermanos"...Un puro asunto...de familia
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Caida libre
08/20/2025
Jesús Diez Pérez
Guion cinematográfico del cortometraje de ciencia ficción “Caída libre” de Jesús Diez Pérez.
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DISTINTAS FIESTAS
07/30/2025
SONIA MOSLERO MELLADO
Poema dedicado a la menopausia
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Iván y la luz
07/29/2025
Carles Pujolar Carlos Cobos ,
En medio de la noche, una madre de familia recibe una llamada de su hijo que parece ser solo otro episodio de un adolescente borracho tratando de lidiar con la pérdida de su hermana, pero que rápidamente se torna en una carrera a contrarreloj en la que la mujer deberá encontrar al chico antes de que sea demasiado tarde.
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