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14886 results found for tag:"romántica".
2604075202840
Burnout Existencial (feat. Sartre)
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
Descrição para o Registro (Excerpt or Description) "Burnout Existencial" é uma obra satírica que utiliza a estética do "Sertanejo de Empresa" para realizar uma crítica profunda ao modelo de trabalho contemporâneo. A composição estabelece um diálogo direto entre o cotidiano do home office (citando ferramentas como Zoom e Teams) e conceitos clássicos do existencialismo e do absurdo, como o "inferno são os outros" de Jean-Paul Sartre e os labirintos burocráticos de Franz Kafka. A letra explora o esgotamento mental e a despersonalização do indivíduo no ambiente corporativo, transformando a crise de identidade do trabalhador em uma crônica urbana marcada pelo humor ácido e pela resignação trágica. Letra Limpa: Burnout Existencial (feat. Sartre) [INTRO] Cinco minutinhos… Ah não… [VERSO 1] Seis da manhã, o celular já me chama, troquei minha vida inteira por reunião de pijama… O café já esfriou, a alma já cansou, e o chefe no e-mail com “prioridade” gritou… Mute ligado, câmera desligada, minha cara de morto ninguém vê na chamada… Eu finjo que tô bem, mas por dentro eu tô ruim, virando estatística dentro desse Teams… [PRÉ-REFRÃO] Entre meta e planilha eu tô perdendo a razão… Sartre falou de liberdade… mas cadê minha opção? Kafka bate o ponto comigo… todo dia às oito e dez… nesse labirinto corporativo… ninguém sabe quem a gente é… [REFRÃO] Meu home office virou inferno existencial! O boleto vence e eu não tô emocional! O inferno são os outros… e tão tudo na call! E eu sorrindo no Zoom… mas por dentro passando mal! Ai, ai, ai… alguém me salva daqui! Entre o Teams e o tédio… eu desaprendi a sorrir! [PÓS-REFRÃO] Call… call… call… minha vida virou reunião… Meta… meta… meta… e eu perdendo a noção… [VERSO 2] Sonho com praia, descanso e rede no chão, mas o VPN conecta e eu volto pra prisão… "O homem é livre", disseram pra mim… mas eu só escolho qual sofrimento é o fim… Sou escravo do prazo, do like, do salário, vendendo minha alma no horário bancário… A terapia ajuda… mas não paga a dor, de viver todo dia sem saber quem eu sou… [PRÉ-REFRÃO] Entre meta e planilha eu tô perdendo a razão… Sartre falou de liberdade… mas cadê minha opção? Kafka bate o ponto comigo… todo dia às oito e dez… nesse labirinto corporativo… ninguém sabe quem a gente é… [REFRÃO FINAL] Meu home office virou inferno existencial! O boleto venceu… e eu perdi o emocional! O inferno são os outros… e sou eu também! Preso na rotina… sem saber se tô bem! Ai, ai, ai… sexta não chega mais… Trabalhando feito louco… quem me salva, meu pai?! [OUTRO] Ah não…
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2604075202758
A Fatura do Amor (Hiperfoco no Brigadeiro)
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
"A Fatura do Amor (Hiperfoco no Brigadeiro)" é uma composição satírica que explora as contradições do estilo de vida contemporâneo e o fenômeno da medicalização do corpo. A obra estabelece um paralelo humorístico entre a eficácia dos novos tratamentos para perda de peso (citando fármacos como o Mounjaro) e a ineficácia dos mesmos para curar o luto amoroso. Através de termos do cotidiano financeiro e neurodivergente (como "hiperfoco", "rotativo do banco" e "fintechs"), a letra traça uma crônica sobre a fragilidade humana diante dos prazeres imediatos — representados pelo brigadeiro — em um cenário de falência estética e emocional. [INTRO] Meu Deus… [VERSO 1] Entrei nessa moda da caneta milagrosa, só pra ver você me olhando mais gostosa… O Mounjaro corta fome, corta tudo, corta o pão, mas não corta essa saudade que tá no meu coração… A calça já caiu, o shape veio sem esforço, mas o vazio que você deixou não tem remorso… Tô mais leve no corpo, mas pesado de emoção, porque você foi embora… e levou minha razão… [VERSO 2] Fui abrir o aplicativo… quase tive um troço, a fatura desse mês me deu um desgosto grosso… É parcela de remédio, é parcela de paixão, é juros acumulando junto com a solidão… Ser trouxa por amor até que eu já tava acostumado, mas o rotativo do banco foi golpe mais pesado… Meu limite foi embora junto com você, e agora eu tô devendo até pra esquecer… [PRÉ-REFRÃO] Meu cérebro tenta manter a dieta… Mas o brigadeiro… me chama na reta… [REFRÃO] Ai, ai, ai! O Nubank não perdoa a minha dor! Eu tô magro, tô falido… mendigando o seu amor! A caneta tira a fome… mas não tira esse carinho… Porque o meu estômago tem hiperfoco em docinho! [PÓS-REFRÃO] Docinho… docinho… eu juro que é só mais um… Docinho… docinho… eu já perdi o controle nenhum… [VERSO 3] Falei que não ia mais, mas passei na padaria, olhei pro brigadeiro… ele olhou de volta e sorria… É uma guerra interna que ninguém vê acontecer, entre a dieta que eu sigo e a vontade de você… Tô sofrendo de barriga vazia e bolso furado, comendo doce escondido pra esquecer o passado… A fatura tá fechada, mas meu choro não tá não, cada colherada é um grito dentro do coração… [REFRÃO] Ai, ai, ai! O Nubank não perdoa a minha dor! Eu tô magro, tô quebrado… dependente do seu amor! A medicina tira a fome… mas não tira o teu beijinho… E agora minha vida tem hiperfoco em docinho! [PONTE] Talvez… eu não queira melhorar… Talvez… eu só queira você de volta… Mais um doce… mais uma vez… Se isso é erro… eu erro outra vez… [REFRÃO FINAL] Ai, ai, ai! O Nubank não perdoa a minha dor! Eu tô magro, tô falido… mas ainda sou seu amor! A vida cobra caro… e o coração também… Mas o doce que eu procuro… não vende em ninguém! [OUTRO] Garçom… passa no crédito… e vê se o banco… parcela a saudade também…
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2604075202703
A Alma em Pedacinhos
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
Descrição para o Registro (Excerpt or Description) "A Alma em Pedacinhos" é uma obra visceral que inaugura o projeto "Existencialismo de Boteco". A composição explora a fragmentação da identidade humana sob a pressão das indústrias de estética e bem-estar. Através de referências cruzadas entre a psicanálise freudiana, o hedonismo de Epicuro e a figura arquetípica de Hannibal Lecter, a letra traça um paralelo entre o consumo de substâncias inibidoras de apetite e a inibição da própria essência vital. É uma reflexão sobre a ansiedade contemporânea, onde o corpo é "montado" para o consumo social enquanto o espírito padece em um vazio existencial intransferível. Letra Limpa: A Alma em Pedacinhos [INTRO - Falado] Eu só queria… paz… [VERSO 1] Na busca pelo corpo ideal, minha alma se desfaz, Ozempic na barriga pra ver se encontro a paz. Skincare caro no rosto pra esconder a idade, Mas o espelho reflete… a minha ansiedade. Jejum intermitente, detox da semana, Eu tirei o açúcar… mas não tirei a insana Vontade de ser alguém que eu nem sei quem é, Me perdi no padrão que o mundo quiser. [PRÉ-REFRÃO] Freud me sussurra: “é o inconsciente a gritar…” Mas o coach da internet manda só respirar… E no canto da sala… um sorriso sutil… Hannibal observa: “Teu corpo é bonito… teu espírito é vazio…” [REFRÃO] Meu Ozempic virou banquete pra dor que não sacia! A terapia tá no prato… e a ansiedade é a iguaria! Amor em pedacinhos… eu me desfiz sem perceber… Tentei curar meu corpo… mas não consegui me ter… Amor em pedacinhos… eu me perdi tentando ser… Perfeito pra todo mundo… menos pra mim mesmo viver… [VERSO 2] “O prazer é não sentir dor”, Epicuro explicou, Mas a dor que mora em mim nem a agulha silenciou. Botox no sorriso, preenchimento na expressão, Mas o vazio aqui dentro não aceita correção. Curso de autoconhecimento, promessa de evolução, Mas não tem filtro no mundo que esconda a solidão. Eu me montei por fora, versão melhorada, Mas por dentro continuo a mesma alma cansada. [PRÉ-REFRÃO] Freud me sussurra: “é o inconsciente a gritar…” Mas o coach da internet manda só respirar… Hannibal observa… com calma cruel… “Você se consome… sem precisar de mim sequer…” [REFRÃO] Meu Ozempic virou banquete pra dor que não sacia! A terapia tá no prato… e a ansiedade é a iguaria! Amor em pedacinhos… eu me desfiz sem perceber… Tentei curar meu corpo… mas não consegui me ter… [PONTE] Se eu tirar tudo isso… o que sobra de mim? [REFRÃO FINAL] Meu Ozempic virou banquete pra dor que não sacia! A terapia tá no prato… e a ansiedade é a iguaria! Amor em pedacinhos… eu me perdi tentando ser… Perfeito pra todo mundo… menos pra mim mesmo viver… [OUTRO - Falado] Garçom… cancela a dieta… me traz… um pouco de verdade…
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2604075202581
O Veneno de Julieta (Bebe, Romeu)
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
Descrição para o Registro (Excerpt or Description) "O Veneno de Julieta (Bebe, Romeu)" é uma composição que recontextualiza arquétipos da literatura clássica universal e brasileira dentro do universo da música sertaneja contemporânea. A obra utiliza referências diretas a William Shakespeare (Romeu e Julieta, Hamlet), Machado de Assis (Capitu e os "olhos de ressaca"), além de citar pensadores como Freud e Nietzsche para descrever o luto amoroso em um ambiente urbano e boêmio. A letra explora a metalinguagem do teatro ("palco", "roteiro", "cena cortada") para ilustrar a artificialidade e o drama das relações modernas, transformando a tragédia clássica em um "hino de bar" com forte apelo popular. Letra Limpa: O Veneno de Julieta (Bebe, Romeu) [INTRO] Tã-rã-rã… tã-rã-rã… Hoje tem tragédia… mas o bar tá cheio… Tã-rã-rã… tã-rã-rã… E eu já sei… que eu vou beber de novo… [VERSO 1] Garçom limpa o vidro, neon piscando torto, trouxe Machado comigo pra beber meu desconforto… Tô tentando entender teus olhos de ressaca, Capitu no sorriso… e a verdade na faca… Nosso amor parecia roteiro premiado, virou cena cortada… final mal ensaiado… Eu jurei eternidade num brinde improvisado, você virou silêncio… e me deixou calado… [PRÉ-REFRÃO] Você armou o teatro… e sumiu da cena… Me deixou sozinho… com essa dor pequena… [REFRÃO] Bebe, Romeu! Sofre, Romeu! A culpa não foi dos astros… foi do beijo que ela te deu! Bebe, Romeu! Chora, Romeu! Se amar foi meu erro… eu erro tudo outra vez, meu Deus! Tã-rã-rã… tã-rã-rã… Troquei minha paz por esse copo de dor… Ô Julieta do asfalto… cê matou o meu amor! [PÓS-REFRÃO] Tã-rã-rã… tã-rã-rã… Bebe, bebe… esquece não… que esquecer também é ilusão… [VERSO 2] “Beber ou não beber?” — pergunta da madrugada, ligar pra esse passado ou seguir minha estrada? Sou poeta de balcão, filósofo de esquina, você foi minha tese… e também minha ruína… Nem Freud entende esse apego mal resolvido, nem Nietzsche aguenta esse amor destruído… Você foi meu abismo disfarçado de carinho, e eu pulei sorrindo… sem saber do caminho… [PRÉ-REFRÃO] Você saiu de cena… sem nem olhar pra trás… E eu fiquei perdido… querendo um pouco mais… [REFRÃO] Bebe, Romeu! Sofre, Romeu! A culpa não foi dos astros… foi do beijo que ela te deu! Bebe, Romeu! Chora, Romeu! Se amar foi loucura… eu enlouqueço outra vez, meu Deus! Tã-rã-rã… tã-rã-rã… No fundo do copo eu vejo quem eu fui… e a Julieta some… mas a dor continua em mim… [PONTE] Talvez o erro não foi te amar… foi acreditar… que você ia ficar… Mais uma dose… mais uma vez… Se for pra sofrer… que seja até o fim… [REFRÃO FINAL] Bebe, Romeu! Sofre, Romeu! A culpa não foi dos astros… foi do beijo que ela te deu! Bebe, Romeu! Chora, Romeu! A tragédia é moderna… mas o idiota ainda sou eu! Tã-rã-rã… tã-rã-rã… Se amar foi destino… eu perdi o controle… e virei personagem do meu próprio descontrole! [OUTRO] O pano caiu… mas o bar não fechou… E o bobo da corte… ainda acredita… no amor…
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2604075202543
O Retrato de Dorian Fake (A Fome de Kafka e o Nubank)
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
Descrição para o Registro (Excerpt or Description) "O Retrato de Dorian Fake (A Fome de Kafka e o Nubank)" é uma crônica satírica que utiliza o gênero Sertanejo/Brega para explorar a superficialidade das relações modernas e o culto à imagem. A composição entrelaça referências literárias clássicas — como Dorian Gray (Wilde), Dom Quixote (Cervantes) e O Grande Gatsby (Fitzgerald) — com elementos da cultura pop e financeira atual (Ozempic, fintechs e redes sociais). A obra foca no descompasso entre a projeção estética digital e a realidade financeira e emocional precária, tratando a "falência" tanto como um estado bancário quanto sentimental. Letra Limpa: O Retrato de Dorian Fake (A Fome de Kafka e o Nubank) [INTRO] Acabou… [VERSO 1] Apliquei Ozempic pra caber no teu abraço, virei artista da fome… só restou o cansaço… Você veio toda montada, sorriso artificial, um Frankenstein moderno… versão digital… O cílio caiu torto, o vento não perdoou, mas no meu delírio cego você ainda brilhou… Igual Dorian Gray escondendo a verdade, sua beleza era filtro… a minha era saudade… [PRÉ-REFRÃO] Sentamos na mesa… e você não parou… Quando veio a conta… meu mundo travou… [REFRÃO] Ô Ozempic e beiços! Nosso amor é efeito colateral! A fatura estourou… e eu me afundei no emocional! Ô dor, ô dó! Pérgola no copo americano! Romantizando a falência… igual Dom Quixote insano! [PÓS-REFRÃO] Falência… falência… mas eu volto pra você… Que amor que dói assim… eu não sei esquecer… [VERSO 2] Fui atrás do teu endereço com esperança na mão, achando que era romance… era confusão… Parecia Cem Anos de Solidão na minha frente, cada criança diferente… e eu ali inocente… Era novela mexicana com roteiro perdido, e eu achando que era o amor da minha vida escondido… O meu sonho virou cena de tragédia moderna, e eu saí de lá menor do que entrei nessa perna… [PRÉ-REFRÃO] Sentamos na mesa… e você não parou… Quando veio a conta… meu mundo travou… [REFRÃO] Ô Ozempic e beiços! Nosso amor era todo fake! Eu bancando o Gatsby… e você só queria o cheque! Ô dor, ô dó! Nubank não teve piedade! Cobrou minha alma inteira… com juros de saudade! [PONTE] Talvez… eu não amei você… eu amei… a ideia de não estar sozinho… Mais uma dose… mais um engano… Se isso é amor… eu já perdi faz tempo… [REFRÃO FINAL] Ô Ozempic e beiços! Amor fake de primeira! Nubank me bloqueou… minha vida virou brincadeira! Ô dor, ô dó! Tô quebrado e apaixonado! O corpo emagreceu… mas o coração ficou inchado! [OUTRO] Garçom… fecha a conta… que o que eu devo… não é dinheiro… é sentimento…
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2604075202512
O Banquete Líquido (feat. Bauman)
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
Descrição para o Registro (Excerpt or Description) "O Banquete Líquido" é uma obra que funde a crítica sociológica e filosófica (citando Zygmunt Bauman e Jean Baudrillard) com a estética do cotidiano corporativo e social da Avenida Faria Lima. A letra explora o conceito de simulacro e a fragilidade da identidade humana em um mundo pautado por aparências digitais, consumo de status e a efemeridade das relações. Através de uma sonoridade que remete ao "Brega Moderno", a composição traça um retrato irônico e melancólico da solidão urbana contemporânea sob a fachada do sucesso financeiro. Letra Limpa: O Banquete Líquido (feat. Bauman) [INTRO - Falado] Na Faria Lima… todo mundo brilha… menos por dentro… [VERSO 1] Na Faria Lima o sol brilha, mas a alma tá nublada, Copo Stanley na mão, pose toda calculada. No beach tennis da praça, o suor nem molha a camisa, É tudo imagem, Baudrillard, a vida que me escraviza. O carro é alugado, o relógio é falsificado, Mas no feed do Instagram eu sou o cara do mercado. Sorriso ensaiado, roteiro decorado, Vivendo de aparência num teatro lotado. [PRÉ-REFRÃO] Botei o colete da firma pra caber no padrão, Fiz harmonização facial pra esconder solidão. Bauman já dizia, essa liquidez me consome… Nessa vitrine de luxo… me diz qual é o meu nome? [REFRÃO] O meu Stanley na mão prova que eu existo, Bauman! Mas a conta vem depois e transforma tudo em trauma! Na vida líquida eu me perco e ninguém me vê, Num feed cheio de tudo… mas vazio de você! Sapatênis no pé… sorriso programado… Por fora eu tô vivendo… por dentro eu tô quebrado… [VERSO 2] O patinete elétrico corta o asfalto, a pressa me conduz, Mais um story com filtro fingindo que eu tenho luz. O brunch orgânico caro, reunião de startup, Tudo é cena, tudo é pose, num eterno playback. Eu compro o que não preciso com dinheiro que eu não tenho, Pra impressionar alguém que nem lembra do meu desempenho. Champanhe na mesa, vazio na emoção, Muito status no corpo, pouco chão no coração. [PRÉ-REFRÃO] Botei o colete da firma pra caber no padrão, Fiz harmonização facial pra esconder solidão. Bauman já dizia, essa liquidez me consome… Nessa vitrine de luxo… me diz qual é o meu nome? [REFRÃO] O meu Stanley na mão prova que eu existo, Bauman! Mas a conta vem depois e transforma tudo em trauma! Na vida líquida eu me perco e ninguém me vê, Num feed cheio de tudo… mas vazio de você! Sapatênis no pé… sorriso programado… Por fora eu tô vivendo… por dentro eu tô quebrado… [PONTE] Será que eu sou o que eu tenho… ou só o que eu mostrei? Se tirarem o meu status… me diz quem eu virei… Baudrillard sussurra no silêncio digital… “Isso não é real…” [REFRÃO FINAL] O meu Stanley na mão prova que eu existo, Bauman! Mas a conta vem depois e transforma tudo em trauma! Na vida líquida eu me perco e ninguém me vê! Num feed cheio de tudo… mas vazio de você! Sapatênis no pé… sorriso programado! Por fora eu tô vivendo… por dentro eu tô quebrado! [OUTRO] Líquido… tudo líquido… Garçom… mais um… enquanto ainda tem limite…
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2604075202499
O Algoritmo do Amor
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
Descrição para o Registro (Excerpt or Description) "O Algoritmo do Amor" é uma obra de Sertanejo Eletrônico que explora o conflito entre a previsibilidade tecnológica e a natureza caótica dos sentimentos humanos. A narrativa foca na experiência de um usuário de aplicativos de relacionamento que, desafiando as probabilidades estatísticas de uma Inteligência Artificial, encontra conexão genuína em uma "falha do sistema". A letra utiliza gírias do universo tech (match, bug, strike, pixel) para criar uma identidade contemporânea e urbana para o gênero romântico. Letra Limpa: O Algoritmo do Amor [INTRO - Falado] A Inteligência Artificial calculou noventa e nove por cento de chance de dar errado... E é por isso mesmo que eu vou! [VERSO 1] Baixei o app, com fé no meu celular "Inteligência Artificial, vai me ajudar a amar" Coloquei meus dados, meu signo, meu desejo E o algoritmo prometeu o par perfeito, sem receio [PRÉ-REFRÃO] Ele me apresentou a Ana, com um sorriso digital Perfil impecável, um amor quase ideal Mas o coração é teimoso, não segue a programação E um erro no sistema me roubou a atenção! [REFRÃO] É o algoritmo do amor, que me deu um nó! Me apaixonei por um erro, e agora, e agora? "Match" perfeito na tela, mas a vida é mais que um "like" Meu coração deu "bug", e eu tô num "strike"! [VERSO 2] Ela era a falha, um pixel fora do lugar Com um defeito charmoso, que me fez sonhar O app dizia: "não compatível", "risco de falha" Mas a minha alma gritava: "essa é a minha batalha!" [PRÉ-REFRÃO] Ele me apresentou a Ana, com um sorriso digital Perfil impecável, um amor quase ideal Mas o coração é teimoso, não segue a programação E um erro no sistema me roubou a atenção! [REFRÃO] É o algoritmo do amor, que me deu um nó! Me apaixonei por um erro, e agora, e agora? "Match" perfeito na tela, mas a vida é mais que um "like" Meu coração deu "bug", e eu tô num "strike"! [PONTE] Que a I.A. me perdoe, por desobedecer Mas o amor de verdade, não dá pra prever! Ele foge da lógica, da razão, do controle E me faz sentir humano, nesse eterno rolê! [REFRÃO FINAL] É o algoritmo do amor, que me deu um nó! Me apaixonei por um erro, e agora, e agora? "Match" perfeito na tela, mas a vida é mais que um "like" Meu coração deu "bug", e eu tô num "strike"! [OUTRO - Falado] Às vezes, o erro... é o acerto.
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2604075202437
Modernidade Líquida, Infiltração Sólida (Bauman e o Encanador)
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
"Modernidade Líquida, Infiltração Sólida" é uma composição satírica que utiliza o gênero musical Brega para realizar uma crônica social e filosófica. A obra estabelece um paralelo humorístico entre os conceitos sociológicos de Zygmunt Bauman sobre a fluidez das relações contemporâneas e os problemas domésticos tangíveis de uma infiltração residencial. Através de uma narrativa urbana, a letra explora a fragilidade das conexões humanas e a burocracia do cotidiano, transformando a angústia intelectual em uma "sofrência" popular e acessível. Letra Limpa: Modernidade Líquida, Infiltração Sólida (Bauman e o Encanador) [INTRO - Falado] Tudo na vida é passageiro... menos a mancha de umidade na minha parede da sala. Cadê o pedreiro, meu Deus?! [VERSO 1] Eu tava lendo o Zygmunt Bauman, no sofá da minha sala Pensando em como o amor de hoje, não tem peso e nem escala Ele diz que a modernidade é líquida, e escorre pela mão E foi bem nessa hora, que pingou água no chão! [PRÉ-REFRÃO] Olhei pro teto de gesso, e vi o desastre formado A modernidade é líquida, e o meu teto tá rachado! Mandei mensagem no WhatsApp, pro encanador juramentado Ele visualizou e não respondeu, me deixou no vácuo molhado! [REFRÃO] A modernidade é líquida! Mas a infiltração é sólida! A conta do material de obra, me deixa com a mente esquálida! O amor nos tempos de hoje, dissolve igual sabão Mas a conta do pedreiro, quebra o meu coração! [VERSO 2] A relação é frágil, não dura um fim de semana E a promessa do encanador, é a maior das laranjas "Amanhã eu tô aí, patrão, pode ficar sossegado!" E eu aqui trocando o balde, me sentindo um derrotado! [PRÉ-REFRÃO] Olhei pro teto de gesso, e vi o desastre formado A modernidade é líquida, e o meu teto tá rachado! Mandei mensagem no WhatsApp, pro encanador juramentado Ele visualizou e não respondeu, me deixou no vácuo molhado! [REFRÃO] A modernidade é líquida! Mas a infiltração é sólida! A conta do material de obra, me deixa com a mente esquálida! O amor nos tempos de hoje, dissolve igual sabão Mas a conta do pedreiro, quebra o meu coração! [PONTE] As instituições faliram, a confiança foi pro ralo A fita veda-rosca, é o meu único embalo! Se o mundo perdeu a forma, e tudo é efêmero Eu só queria um teto seco, pra não ficar tão doente e mísero! [REFRÃO FINAL] A modernidade é líquida! Mas a infiltração é sólida! A conta do material de obra, me deixa com a mente esquálida! O amor nos tempos de hoje, dissolve igual sabão Mas a conta do pedreiro, quebra o meu coração! [OUTRO - Falado] A vida é um fluxo constante... de boletos da loja de material de construção.
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2604075200235
Amor de Prompt (O Bigode de Machado)
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
"Amor de Prompt (O Bigode de Machado)" é uma composição que utiliza a metalinguagem digital para explorar a desilusão amorosa no século XXI. A obra estabelece um contraste irônico entre a precisão dos algoritmos (citando ferramentas como Gemini e Grok) e a imprevisibilidade do sentimento humano, personificada na figura anacrônica de Machado de Assis. É uma narrativa urbana que une elementos da cultura pop, referências literárias e a estética do "sofrimento de boteco" em um contexto tecnológico.
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2604075200082
Ana dos Cem Amores (O Calote Apaixonado)
04/07/2026
Ricardo Lima DE SOUZA Ricardo Lima DE SOUZA , Ricardo Lima DE SOUZA ,
"Ana dos Cem Amores (O Calote Apaixonado)" é uma composição que explora a dualidade entre o status social e a conexão emocional genuína. Através de uma narrativa urbana e bem-humorada, a obra descreve o encontro de uma mulher cosmopolita e disputada com um protagonista desprovido de recursos financeiros, mas rico em intenção. A letra utiliza metáforas do cotidiano moderno, como o "limite do cartão" e o "PIX", para ilustrar um romance improvável que sobrepõe o afeto ao capital.
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2604075193179
Un Solo Viaje
04/07/2026
Isaac Alejandro Ochoa Esparza
Letra de canción romántica que narra cómo el amor llega cuando uno menos lo espera, superando la distancia y los fracasos pasados.
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2603255072761
Tal Vez, Amor
03/25/2026
Ariadna Ribas Bober
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2603245070913
Tus manos
03/24/2026
MatuSound Dadier Padrón Alfonso , MatuSound ,
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2603164949000
VALERIA
03/16/2026
JESÚS SÁNCHEZ SÁNCHEZ JESÚS SÁNCHEZ SÁNCHEZ , JESÚS SÁNCHEZ SÁNCHEZ ,
Composición musical original titulada "Valeria", creada dentro del proyecto musical del artista LANTULL. La obra pertenece al género bachata moderna con una atmósfera emocional y cinematográfica, construida sobre guitarras rítmicas de bachata, bajo melódico, percusión latina tradicional y un conjunto de violines que actúan como instrumento principal emocional. La canción transmite un sentimiento de ternura, protección y amor incondicional hacia una hija recién nacida, reflejando el impacto emocional que produce la llegada de una nueva vida. La obra forma parte del catálogo creativo del proyecto musical LANTULL.
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2603164945330
Vilma y Jon. Una historia de amor y OVNIs
03/16/2026
Domingo Fernández Camacho
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2603114853593
Vuelve Amor-Bachata Romántica
03/11/2026
Nelflorent
Vuelve Amor, no es solo una canción romántica, es una historia de amor contada en versos, intensa y profunda, mezcla amor, verdadero sentimiento, un romanticismo melancólico y desgarrador. Fusiona vulnerabilidad, arrepentimiento y la desesperación de una despedida silenciosa de un amor que se marchó sin decir adiós. Cada verso retrata el vacío que se queda dentro cuando todo ocurre sin una explicación. Vuelve Amor, sin dudas no es cualquier canción, son versos profundos hechos canción.
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2603114852374
El Silencio que dejaste -Género Salsa
03/11/2026
Nelflorent
El Silencio que dejase , no es solo una canción romántica, es una historia de amor contada en versos, intensa y profunda, mezcla amor, verdadero sentimiento, un romanticismo melancólico y desgarrador. Fusiona vulnerabilidad, arrepentimiento y la desesperación de una despedida silenciosa de un amor que se marchó sin decir adiós. Cada verso retrata el vacío que se queda dentro cuando todo ocurre sin una explicación. El Silencio que dejaste, sin dudas no es cualquier canción, son versos profundos hechos canción.
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2603094815420
contestame
03/09/2026
francisco gabriel vazquez estrada francisco gabriel vazquez estrada , francisco gabriel vazquez estrada ,
canción del genero romantica creada el 18 mayo 2024 en Cancún, municipio de Benito Juárez, Quintana Roo, México.
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2603084805608
Las Cronicas de Muriel Saga libro 1 , 2 y 3
03/08/2026
A. Blanche, ku120since1987
Novela juvenil romántica. Primera parte de la saga "Crónicas de Muriel", que narra la historia de Muriel y su grupo de amigos al terminar el colegio y comenzar un viaje hacia la universidad que narra el cambio de sus vidas y la madurez de cada etapa.
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2603074789949
Un año contigo
03/07/2026
Hector Rijo Acevedo
Letra original de la canción “Un año contigo”, una pieza poética que narra el recorrido emocional de una relación a lo largo de un año, abordando amor, memoria y transformación personal.
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