O Banquete Líquido (feat. Bauman)
04/07/2026
2604075202512

About the work

Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"O Banquete Líquido" é uma obra que funde a crítica sociológica e filosófica (citando Zygmunt Bauman e Jean Baudrillard) com a estética do cotidiano corporativo e social da Avenida Faria Lima. A letra explora o conceito de simulacro e a fragilidade da identidade humana em um mundo pautado por aparências digitais, consumo de status e a efemeridade das relações. Através de uma sonoridade que remete ao "Brega Moderno", a composição traça um retrato irônico e melancólico da solidão urbana contemporânea sob a fachada do sucesso financeiro.
Letra Limpa: O Banquete Líquido (feat. Bauman)
[INTRO - Falado]
Na Faria Lima… todo mundo brilha… menos por dentro…

[VERSO 1]
Na Faria Lima o sol brilha, mas a alma tá nublada,
Copo Stanley na mão, pose toda calculada.
No beach tennis da praça, o suor nem molha a camisa,
É tudo imagem, Baudrillard, a vida que me escraviza.

O carro é alugado, o relógio é falsificado,
Mas no feed do Instagram eu sou o cara do mercado.
Sorriso ensaiado, roteiro decorado,
Vivendo de aparência num teatro lotado.

[PRÉ-REFRÃO]
Botei o colete da firma pra caber no padrão,
Fiz harmonização facial pra esconder solidão.
Bauman já dizia, essa liquidez me consome…
Nessa vitrine de luxo… me diz qual é o meu nome?

[REFRÃO]
O meu Stanley na mão prova que eu existo, Bauman!
Mas a conta vem depois e transforma tudo em trauma!
Na vida líquida eu me perco e ninguém me vê,
Num feed cheio de tudo… mas vazio de você!
Sapatênis no pé… sorriso programado…
Por fora eu tô vivendo… por dentro eu tô quebrado…

[VERSO 2]
O patinete elétrico corta o asfalto, a pressa me conduz,
Mais um story com filtro fingindo que eu tenho luz.
O brunch orgânico caro, reunião de startup,
Tudo é cena, tudo é pose, num eterno playback.
Eu compro o que não preciso com dinheiro que eu não tenho,
Pra impressionar alguém que nem lembra do meu desempenho.
Champanhe na mesa, vazio na emoção,
Muito status no corpo, pouco chão no coração.

[PRÉ-REFRÃO]
Botei o colete da firma pra caber no padrão,
Fiz harmonização facial pra esconder solidão.
Bauman já dizia, essa liquidez me consome…
Nessa vitrine de luxo… me diz qual é o meu nome?

[REFRÃO]
O meu Stanley na mão prova que eu existo, Bauman!
Mas a conta vem depois e transforma tudo em trauma!
Na vida líquida eu me perco e ninguém me vê,
Num feed cheio de tudo… mas vazio de você!
Sapatênis no pé… sorriso programado…
Por fora eu tô vivendo… por dentro eu tô quebrado…

[PONTE]
Será que eu sou o que eu tenho… ou só o que eu mostrei?
Se tirarem o meu status… me diz quem eu virei…
Baudrillard sussurra no silêncio digital…
“Isso não é real…”

[REFRÃO FINAL]
O meu Stanley na mão prova que eu existo, Bauman!
Mas a conta vem depois e transforma tudo em trauma!
Na vida líquida eu me perco e ninguém me vê!
Num feed cheio de tudo… mas vazio de você!
Sapatênis no pé… sorriso programado!
Por fora eu tô vivendo… por dentro eu tô quebrado!

[OUTRO]
Líquido… tudo líquido…
Garçom… mais um… enquanto ainda tem limite…

Music
comédia romântica
arrocha
relacionamento
música brasileira
narrativa urbana
forró
independente
sertanejo

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Ricardo Lima DE SOUZA
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Title O Banquete Líquido (feat. Bauman)
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"O Banquete Líquido" é uma obra que funde a crítica sociológica e filosófica (citando Zygmunt Bauman e Jean Baudrillard) com a estética do cotidiano corporativo e social da Avenida Faria Lima. A letra explora o conceito de simulacro e a fragilidade da identidade humana em um mundo pautado por aparências digitais, consumo de status e a efemeridade das relações. Através de uma sonoridade que remete ao "Brega Moderno", a composição traça um retrato irônico e melancólico da solidão urbana contemporânea sob a fachada do sucesso financeiro.
Letra Limpa: O Banquete Líquido (feat. Bauman)
[INTRO - Falado]
Na Faria Lima… todo mundo brilha… menos por dentro…

[VERSO 1]
Na Faria Lima o sol brilha, mas a alma tá nublada,
Copo Stanley na mão, pose toda calculada.
No beach tennis da praça, o suor nem molha a camisa,
É tudo imagem, Baudrillard, a vida que me escraviza.

O carro é alugado, o relógio é falsificado,
Mas no feed do Instagram eu sou o cara do mercado.
Sorriso ensaiado, roteiro decorado,
Vivendo de aparência num teatro lotado.

[PRÉ-REFRÃO]
Botei o colete da firma pra caber no padrão,
Fiz harmonização facial pra esconder solidão.
Bauman já dizia, essa liquidez me consome…
Nessa vitrine de luxo… me diz qual é o meu nome?

[REFRÃO]
O meu Stanley na mão prova que eu existo, Bauman!
Mas a conta vem depois e transforma tudo em trauma!
Na vida líquida eu me perco e ninguém me vê,
Num feed cheio de tudo… mas vazio de você!
Sapatênis no pé… sorriso programado…
Por fora eu tô vivendo… por dentro eu tô quebrado…

[VERSO 2]
O patinete elétrico corta o asfalto, a pressa me conduz,
Mais um story com filtro fingindo que eu tenho luz.
O brunch orgânico caro, reunião de startup,
Tudo é cena, tudo é pose, num eterno playback.
Eu compro o que não preciso com dinheiro que eu não tenho,
Pra impressionar alguém que nem lembra do meu desempenho.
Champanhe na mesa, vazio na emoção,
Muito status no corpo, pouco chão no coração.

[PRÉ-REFRÃO]
Botei o colete da firma pra caber no padrão,
Fiz harmonização facial pra esconder solidão.
Bauman já dizia, essa liquidez me consome…
Nessa vitrine de luxo… me diz qual é o meu nome?

[REFRÃO]
O meu Stanley na mão prova que eu existo, Bauman!
Mas a conta vem depois e transforma tudo em trauma!
Na vida líquida eu me perco e ninguém me vê,
Num feed cheio de tudo… mas vazio de você!
Sapatênis no pé… sorriso programado…
Por fora eu tô vivendo… por dentro eu tô quebrado…

[PONTE]
Será que eu sou o que eu tenho… ou só o que eu mostrei?
Se tirarem o meu status… me diz quem eu virei…
Baudrillard sussurra no silêncio digital…
“Isso não é real…”

[REFRÃO FINAL]
O meu Stanley na mão prova que eu existo, Bauman!
Mas a conta vem depois e transforma tudo em trauma!
Na vida líquida eu me perco e ninguém me vê!
Num feed cheio de tudo… mas vazio de você!
Sapatênis no pé… sorriso programado!
Por fora eu tô vivendo… por dentro eu tô quebrado!

[OUTRO]
Líquido… tudo líquido…
Garçom… mais um… enquanto ainda tem limite…
Work type Music
Tags comédia romântica, arrocha, relacionamento, música brasileira, narrativa urbana, forró, independente, sertanejo

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Registry info in Safe Creative

Identifier 2604075202512
Entry date Apr 7, 2026, 6:35 PM UTC
License All rights reserved

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Copyright registered declarations

Author - Composer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Lyricist 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Song producer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.


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