About the work
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"O Retrato de Dorian Fake (A Fome de Kafka e o Nubank)" é uma crônica satírica que utiliza o gênero Sertanejo/Brega para explorar a superficialidade das relações modernas e o culto à imagem. A composição entrelaça referências literárias clássicas — como Dorian Gray (Wilde), Dom Quixote (Cervantes) e O Grande Gatsby (Fitzgerald) — com elementos da cultura pop e financeira atual (Ozempic, fintechs e redes sociais). A obra foca no descompasso entre a projeção estética digital e a realidade financeira e emocional precária, tratando a "falência" tanto como um estado bancário quanto sentimental.
Letra Limpa: O Retrato de Dorian Fake (A Fome de Kafka e o Nubank)
[INTRO]
Acabou…
[VERSO 1]
Apliquei Ozempic pra caber no teu abraço,
virei artista da fome… só restou o cansaço…
Você veio toda montada, sorriso artificial,
um Frankenstein moderno… versão digital…
O cílio caiu torto, o vento não perdoou,
mas no meu delírio cego você ainda brilhou…
Igual Dorian Gray escondendo a verdade,
sua beleza era filtro… a minha era saudade…
[PRÉ-REFRÃO]
Sentamos na mesa…
e você não parou…
Quando veio a conta…
meu mundo travou…
[REFRÃO]
Ô Ozempic e beiços!
Nosso amor é efeito colateral!
A fatura estourou…
e eu me afundei no emocional!
Ô dor, ô dó!
Pérgola no copo americano!
Romantizando a falência…
igual Dom Quixote insano!
[PÓS-REFRÃO]
Falência… falência…
mas eu volto pra você…
Que amor que dói assim…
eu não sei esquecer…
[VERSO 2]
Fui atrás do teu endereço com esperança na mão,
achando que era romance… era confusão…
Parecia Cem Anos de Solidão na minha frente,
cada criança diferente… e eu ali inocente…
Era novela mexicana com roteiro perdido,
e eu achando que era o amor da minha vida escondido…
O meu sonho virou cena de tragédia moderna,
e eu saí de lá menor do que entrei nessa perna…
[PRÉ-REFRÃO]
Sentamos na mesa…
e você não parou…
Quando veio a conta…
meu mundo travou…
[REFRÃO]
Ô Ozempic e beiços!
Nosso amor era todo fake!
Eu bancando o Gatsby…
e você só queria o cheque!
Ô dor, ô dó!
Nubank não teve piedade!
Cobrou minha alma inteira…
com juros de saudade!
[PONTE]
Talvez…
eu não amei você…
eu amei…
a ideia de não estar sozinho…
Mais uma dose…
mais um engano…
Se isso é amor…
eu já perdi faz tempo…
[REFRÃO FINAL]
Ô Ozempic e beiços!
Amor fake de primeira!
Nubank me bloqueou…
minha vida virou brincadeira!
Ô dor, ô dó!
Tô quebrado e apaixonado!
O corpo emagreceu…
mas o coração ficou inchado!
[OUTRO]
Garçom…
fecha a conta…
que o que eu devo…
não é dinheiro…
é sentimento…
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Title O Retrato de Dorian Fake (A Fome de Kafka e o Nubank)
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"O Retrato de Dorian Fake (A Fome de Kafka e o Nubank)" é uma crônica satírica que utiliza o gênero Sertanejo/Brega para explorar a superficialidade das relações modernas e o culto à imagem. A composição entrelaça referências literárias clássicas — como Dorian Gray (Wilde), Dom Quixote (Cervantes) e O Grande Gatsby (Fitzgerald) — com elementos da cultura pop e financeira atual (Ozempic, fintechs e redes sociais). A obra foca no descompasso entre a projeção estética digital e a realidade financeira e emocional precária, tratando a "falência" tanto como um estado bancário quanto sentimental.
Letra Limpa: O Retrato de Dorian Fake (A Fome de Kafka e o Nubank)
[INTRO]
Acabou…
[VERSO 1]
Apliquei Ozempic pra caber no teu abraço,
virei artista da fome… só restou o cansaço…
Você veio toda montada, sorriso artificial,
um Frankenstein moderno… versão digital…
O cílio caiu torto, o vento não perdoou,
mas no meu delírio cego você ainda brilhou…
Igual Dorian Gray escondendo a verdade,
sua beleza era filtro… a minha era saudade…
[PRÉ-REFRÃO]
Sentamos na mesa…
e você não parou…
Quando veio a conta…
meu mundo travou…
[REFRÃO]
Ô Ozempic e beiços!
Nosso amor é efeito colateral!
A fatura estourou…
e eu me afundei no emocional!
Ô dor, ô dó!
Pérgola no copo americano!
Romantizando a falência…
igual Dom Quixote insano!
[PÓS-REFRÃO]
Falência… falência…
mas eu volto pra você…
Que amor que dói assim…
eu não sei esquecer…
[VERSO 2]
Fui atrás do teu endereço com esperança na mão,
achando que era romance… era confusão…
Parecia Cem Anos de Solidão na minha frente,
cada criança diferente… e eu ali inocente…
Era novela mexicana com roteiro perdido,
e eu achando que era o amor da minha vida escondido…
O meu sonho virou cena de tragédia moderna,
e eu saí de lá menor do que entrei nessa perna…
[PRÉ-REFRÃO]
Sentamos na mesa…
e você não parou…
Quando veio a conta…
meu mundo travou…
[REFRÃO]
Ô Ozempic e beiços!
Nosso amor era todo fake!
Eu bancando o Gatsby…
e você só queria o cheque!
Ô dor, ô dó!
Nubank não teve piedade!
Cobrou minha alma inteira…
com juros de saudade!
[PONTE]
Talvez…
eu não amei você…
eu amei…
a ideia de não estar sozinho…
Mais uma dose…
mais um engano…
Se isso é amor…
eu já perdi faz tempo…
[REFRÃO FINAL]
Ô Ozempic e beiços!
Amor fake de primeira!
Nubank me bloqueou…
minha vida virou brincadeira!
Ô dor, ô dó!
Tô quebrado e apaixonado!
O corpo emagreceu…
mas o coração ficou inchado!
[OUTRO]
Garçom…
fecha a conta…
que o que eu devo…
não é dinheiro…
é sentimento…
Work type Music
Tags independente, forró, narrativa urbana, comédia romântica, relacionamento, arrocha, sertanejo, música brasileira
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Registry info in Safe Creative
Identifier 2604075202543
Entry date Apr 7, 2026, 6:40 PM UTC
License All rights reserved
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Copyright registered declarations
Author - Composer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Lyricist 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Song producer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Information available at https://www.safecreative.org/work/2604075202543-o-retrato-de-dorian-fake-a-fome-de-kafka-e-o-nubank-