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24804 results found for tag:"literatura".
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Arayé o una historia cubana de la mierda
06/30/2025
Ricardo Sarmiento
Arayé significa “Problema” y también “Revolución”. Y eso es exactamente lo que encarna: un cuerpo asigned male at birth en la Cuba de los noventa, parido en plena crisis del Período Especial, con un nombre que es destino. En el seno de una familia disfuncional en un pueblo de campo, Arayé crece comiendo mierda, y haciendo de su mera existencia un acto de resistencia. Estudia música en la escuela de arte, pero la melodía de su vida se complica cuando conoce a Dimitry, un dealer de arte ruso-cubano que le abre las puertas de la disidencia política y del poder corrupto. Entre performances incendiarios y símbolos patrios profanados, Arayé se convierte en un cuerpo incómodo para el Estado. Huye. O lo exilian. En Cuba muchas veces con exactitud no se sabe. Llega a Berlín. Allí descubre las Chills, el Chemsex, los afters eternos. Y a Pablo: un animal hermoso como un himno mal cantado. Juntxs comienzan a hacer trabajo sexual y esto les lanza a la fama internacional en la escena de la escatofilia, entre camas de hotel, cámaras y clientes VIP de los cinco continentes. Pero la fiesta se apaga cuando Pablo desaparece. Sin pistas, sin cuerpo, sin respuestas. Arayé, extranjere en todas partes, se queda tambaleando entre la fama hueca y la nostalgia venenosa. ¿Volver a Cuba? ¿Buscar a Pablo? ¿Reinventarse por enésima vez? ¿O prender fuego a todo?
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A imaginaçao impossivel
06/30/2025
meireles Andre
Do outro lado da ausência Ninguém nasce pedindo para sentir tanto. Mas ele… sentia. E sentia como quem carrega nos ombros o que nem sabe explicar. Chamava-se Núr — mas nem ele sabia ao certo se era um nome, um sopro ou uma cicatriz. Era uma entidade num mundo onde tudo era silêncio, mas não o silêncio que conforta — era aquele que ensurdece. O mundo onde Núr vivia era cinzento, mas não por ausência de tinta… era por ausência de sentido. As ruas não falavam. As árvores não tremiam. Os rostos não sorriam, nem choravam. Apenas existiam. Nesse lugar, o tempo não passava — ele repetia-se. E Núr, feito de outra matéria — talvez luz, talvez angústia — não se encaixava. Era um erro de programação no código de um universo estéril. Desde que se entendia como consciência, perguntava-se: “Se tudo está morto e todos aceitam, por que eu continuo vivo por dentro?” Era um mundo onde sentir era fraqueza. Sonhar era perda de tempo. Amar era uma palavra em extinção. Mas ele não sabia viver de outro jeito. Enquanto os outros se alimentavam de lógica e rotina, Núr vivia de perguntas, de memórias que nem sabia de onde vinham, de uma esperança que não tinha onde morar. Todas as noites olhava para o teto da sua existência — um céu sem estrelas — e imaginava um mundo diferente. Um mundo com cor. Um mundo onde os abraços fossem reais. Onde as lágrimas fossem compreendidas. Um mundo onde o amor não fosse mito. Onde ninguém precisasse calar-se para sobreviver. E foi aí que ele decidiu. Se aquele mundo não existia…
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O passaro e o poço
06/30/2025
meireles Andre
O Fundo que Me Chamava Eu nasci perto de um poço. Diziam que ele era seco, mas eu o ouvia respirar. Era uma respiração funda, antiga, como se ali dentro morasse um coração que nunca soube o que era ser ouvido. Às vezes, eu me inclinava sobre a borda e falava com ele. — Estás só? E o eco respondia: — Estás só? Foi ali que aprendi que o fundo não responde com palavras — responde com espelhos. Capítulo 2 – As Asas que Nascem Devagar Eu não sabia voar. Mas toda vez que fechava os olhos, via um pássaro dentro de mim, tentando bater asas em meio ao peso. Asas não nascem de um dia para o outro. Elas nascem como o silêncio: devagar, com dor, e sempre quando ninguém vê. E um dia, sem saber por quê, comecei a escrever. Cada frase era uma pena. Cada lembrança, uma rajada de vento. E foi assim que o pássaro começou a me construir por dentro.
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2506262265747
o ser do abismo
06/26/2025
meireles Andre
O Pescador e o Gigante Era uma ilha esquecida pelo mundo. Um pedaço de terra perdido no mar, onde o tempo parecia dormir. Nela, vivia um pescador velho, de pele queimada de sol e olhos cansados, mas ainda cheios de sonhos. Naquela manhã, ele partiu cedo. O mar estava calmo, o céu limpo. Sentia no coração que aquele seria um dia especial. E foi. Ao longe, avistou um vulto enorme sob as águas. Um peixe gigantesco, com escamas que brilhavam como ferro molhado. Nunca tinha visto algo igual. Movido por uma mistura de medo e desejo, lançou suas redes com todas as forças. Lágrimas lhe escorriam dos olhos sem motivo aparente. Era como se algo dentro dele reconhecesse aquele ser, mesmo sem nunca tê-lo visto. Horas depois, o peixe jazia sobre seu barco, respirando com dificuldade. O pescador chorava e sorria. Levou-o para casa, não apenas como alimento, mas como troféu. Um monumento ao seu último grande feito. Mas ao abrir o peixe para limpá-lo, encontrou algo. Um corpo. Pequeno. Envolto por uma membrana branca. Meio humano, meio outra coisa. E então tudo mudou.
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2506252264996
Eu Sou Charlei
06/25/2025
meireles Andre
Prólogo – Eu Sou Charlei “A verdade, às vezes, é só um disfarce bem costurado da mentira.” Meu nome é Charlei. Ou, pelo menos, é assim que me chamam nas esquinas onde a justiça perdeu o rumo e o pecado virou moeda corrente. Fui herói em histórias que ninguém ousa contar. Fui vilão nas versões que sobraram do silêncio. Já caminhei ao lado da luz, mas é nas sombras que encontrei clareza. Hoje sou o homem mais respeitado da cidade. Governador, conselheiro, homem de moral irrepreensível. As pessoas apertam minha mão, sorriem, me chamam de exemplo. Algumas até me adoram como se eu fosse algum tipo de salvador. Mas nenhuma delas sabe. Nenhuma delas imagina. O que fiz para chegar até aqui… …o que perdi para me tornar esse alguém. A verdade é que Charlei nunca foi um nome. Foi um escudo. Uma máscara. Um abrigo. Um eco. Charlei é o som do que fui, do que fiz, do que precisei esconder. Charlei é a minha confissão. É o meu crime.
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2506252264965
Mukwilu. Uniao e equilibrio
06/25/2025
meireles Andre
O Planeta dos Esquecidos Kael’nar. Um nome que ecoa como vento em catedrais abandonadas. Era ali, entre a poeira metálica e os esqueletos de satélites extintos, que André caminhava com os pés descalços, olhos fundos e alma sem norte. Aos vinte e poucos ciclos, ele já tinha visto mais do que muitos velhos de cem. Não porque desejava — mas porque o universo não perdoa quem sonha alto demais. Desde pequeno, André acreditava que havia uma balança invisível ligando cada átomo à alma do mundo.
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A Mulher que nao envelhece
06/25/2025
meireles Andre
A Imagem do Paraíso O silêncio daquela casa parecia respirar. Respirar como um corpo vivo, embriagado pela beleza de quem a habitava. As paredes guardavam segredos sussurrados entre beijos, lençóis e promessas. Os espelhos, cansados de refletir perfeição, quase se recusavam a devolver o que viam: dois corpos jovens, belos, fundidos no instante eterno do agora.
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2506252257837
Cuando éramos jóvenes
06/25/2025
Aledith Coulddy
Lucía y Graciela se encuentran en una Guadalajara de los años 90; en medio de una sociedad donde todo está en contra, comienzan un romance que se perpetúa a lo largo del tiempo, con todas las dificultades que eso conlleva.
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2506202203402
Starlite
06/20/2025
Caribdis White King
Relato corto. Sinopsis: Tras años alejado de la gran carpa del Starlite, Korbus regresa para poner punto final a aquello que juró destruir. Sin embargo, no contaba con que su encuentro con la maestra de pista trastocaría todos sus planes, avivando la chispa de un amor pasado y arrastrándolo hacia un viaje onírico a través de la magia del circo.
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2506202190368
Amanecer
06/20/2025
Mofred
Poesía (re-edición)
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DESPIERTA
06/19/2025
Ivana Taft
Novela corta Distopica. Feminista.
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La magia de los árboles y bosques
06/18/2025
Miriam Ruiz González
Compendio etnobotánico y ecológico que reúne descripciones detalladas de distintos árboles peninsulares españoles, destacando tres aspectos esenciales de cada uno: características botánicas, simbolismo y usos mágicos o tradicionales y experiencia sensorial y poética del entorno natural.
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2506172160729
Sin mí
06/17/2025
Amapola Clus
Celestina, hija del barón de Briones, crece en una finca extremeña entre privilegios y tradiciones que intentan definir su destino. Sin embargo, su espíritu inquieto y su pasión por la literatura, la política y el derecho la llevan a cuestionar el mundo que la rodea. En plena efervescencia intelectual de los años 30, su vida da un giro que pondrá a prueba todo en lo que cree.
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Mukwilu uniao e equilibriu
06/15/2025
meireles Andre
Kael’nar. Um nome que ecoa como vento em catedrais abandonadas. Era ali, entre a poeira metálica e os esqueletos de satélites extintos, que André caminhava com os pés descalços, olhos fundos e alma sem norte. Aos vinte e poucos ciclos, ele já tinha visto mais do que muitos velhos de cem. Não porque desejava — mas porque o universo não perdoa quem sonha alto demais. Desde pequeno, André acreditava que havia uma balança invisível ligando cada átomo à alma do mundo. Mas quando seus pais desapareceram, quando o orfanato queimou, quando seus companheiros o deixaram para trás no buraco de Orion-6... essa balança parecia ter sido quebrada pelas mãos de um deus bêbado. Ele caminhava para lugar nenhum, mas o chão o levava a um destino que ainda não existia. Foi então que viu: uma esfera negra, semienterrada na poeira. Viva, mas adormecida. Aproximou-se. Estendeu a mão com hesitação. E ao tocar a superfície fria, ouviu a primeira palavra que mudaria tudo: — André. A esfera se acendeu. Luzes azuis dançaram sobre seu corpo. A poeira recuou como se temesse algo sagrado. E pela primeira vez em muitos ciclos, André não se sentiu só. — Quem… é você? — murmurou.
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2506152128459
A casa que me lembra
06/15/2025
meireles Andre
Naquela noite, a escuridão do céu clareou. Por breves segundos, todas as estrelas se alinharam. E entre elas, surgiram letras. Lentas. Luminosas. Nsangui. A casa tremeu. Gritou. Chorou. E se calou. Augusto e Beatriz se abraçaram. Sabiam que o fim estava próximo. Mas também sabiam… que agora, ele não estava mais esquecido.
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2506142121279
La Ley del Silencio
06/14/2025
Alberto Silvestre Oriza Barrios
¿Qué pasa cuando firmamos sin leer, aceptamos sin preguntar y callamos hasta que nos toca? En este relato corto —entre la sátira kafkiana y la comedia absurda— conocerás a un legislador que descubre, demasiado tarde, que el silencio puede ser ley… y también castigo. Ríe, incomódate y piensa, mientras las bocinas escolares hacen más por la justicia que el Parlamento.
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2506102081087
Vanguardias y post-vanguardias literarias
06/10/2025
Miriam Ruiz González
Descripción y estructura ordenada de las llamadas Vanguardias y Post-Vanguardias literarias del s. XX en Español
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2506031972708
Amanecer
06/03/2025
Mofred
Poesía
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2505251837491
Discusión de Góngora y Quevedo parte 1
05/25/2025
Emperador de fantasía Emperador de fantasía , Emperador de fantasía ,
una lectura de versos de ambos autores, con un libre uso artístico, para que se visualice como una discusión.
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2505231829171
Tobías
05/23/2025
Alberto Oriza
En un pueblo sin nombre, donde la vida transcurre entre la miseria y el olvido, los niños crecen con la certeza de que su única opción es partir. Tobías, un niño de nueve años, es uno de ellos. Un reto infantil lo lleva a abordar un tren sin retorno,sumergiéndolo en un viaje inesperado hacia un mundo desconocido y despiadado. Desde los sucios vagones de un tren de carga hasta los extensos campos de algodón en los Estados Unidos, Tobías enfrenta un destino incierto, sobreviviendo entre jornaleros migrantes, aprendiendo el valor del trabajo, la lealtad y el sacrificio. La vida del chiquillo lo llevará a lugares nunca imaginados y a una vida llena de contrastes. Su historia es un retrato de lucha y resistencia, una búsqueda de identidad en una tierra que no lo espera, pero que lo transforma. Con una prosa evocadora y una mirada profunda a la vida de los migrantes, Tobías es una novela que evoca sin exageraciones la dureza de la realidad y la fortaleza del espíritu humano.
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