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Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"Metaverso Caipira" explora a interseção entre a tecnologia de Realidade Virtual (VR) e a identidade cultural do homem do campo brasileiro. A obra utiliza o gênero Sertanejo Synthwave para narrar a experiência de um "avatar de peão" que, embora imerso em uma economia digital (colheita de criptomoedas, gado de pixels), permanece emocionalmente ancorado na memória sensorial e afetiva do ambiente rural físico. A letra propõe uma reflexão sobre a solidão na era digital e a insubstituibilidade do contato humano e da natureza, definindo a tradição não como um obstáculo ao progresso, mas como o porto seguro da alma em uma distopia virtual.
Letra Limpa: Metaverso Caipira
[INTRO - Falado]
A fazenda tá na nuvem... mas a saudade bate é no peito de carne e osso.
[VERSO 1]
No meu óculos VR, sou o rei do metaverso
Com meu avatar de peão, num mundo inverso
Planto milho virtual e colho Bitcoin
Mas o cheiro da terra molhada ainda me consome
[PRÉ-REFRÃO]
O gado é de pixel, a fazenda é digital
Mas a saudade do curral é real, é fatal!
Com meu chapéu de palha e meu fone de ouvido
Navego no futuro, mas o passado é meu abrigo
[REFRÃO]
É metaverso caipira, a mistura que me faz sonhar!
Entre o real e o virtual, eu tento me encontrar
Com a viola no peito e o chip na cabeça
Sou o peão do futuro que a tradição não esquece!
[VERSO 2]
No bar do metaverso encontro meus amigos
Tomamos cerveja virtual e contamos causos antigos
Mas o abraço é sem calor, o riso é sem emoção
E a tela do meu óculos me traz a solidão
[PRÉ-REFRÃO]
O gado é de pixel, a fazenda é digital
Mas a saudade do curral é real, é fatal!
Com meu chapéu de palha e meu fone de ouvido
Navego no futuro, mas o passado é meu abrigo
[REFRÃO]
É metaverso caipira, a mistura que me faz sonhar!
Entre o real e o virtual, eu tento me encontrar
Com a viola no peito e o chip na cabeça
Sou o peão do futuro que a tradição não esquece!
[PONTE]
Que a tecnologia avança e o mundo vai mudar
Mas a essência do caipira ninguém vai apagar
Com a poeira da estrada e a luz do luar
Meu metaverso é a roça, meu lugar pra amar!
[REFRÃO FINAL]
É metaverso caipira, a mistura que me faz sonhar!
Entre o real e o virtual, eu tento me encontrar
Com a viola no peito e o chip na cabeça
Sou o peão do futuro que a tradição não esquece!
[OUTRO - Falado]
A roça é real... o resto é virtual.
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Title Metaverso Caipira
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"Metaverso Caipira" explora a interseção entre a tecnologia de Realidade Virtual (VR) e a identidade cultural do homem do campo brasileiro. A obra utiliza o gênero Sertanejo Synthwave para narrar a experiência de um "avatar de peão" que, embora imerso em uma economia digital (colheita de criptomoedas, gado de pixels), permanece emocionalmente ancorado na memória sensorial e afetiva do ambiente rural físico. A letra propõe uma reflexão sobre a solidão na era digital e a insubstituibilidade do contato humano e da natureza, definindo a tradição não como um obstáculo ao progresso, mas como o porto seguro da alma em uma distopia virtual.
Letra Limpa: Metaverso Caipira
[INTRO - Falado]
A fazenda tá na nuvem... mas a saudade bate é no peito de carne e osso.
[VERSO 1]
No meu óculos VR, sou o rei do metaverso
Com meu avatar de peão, num mundo inverso
Planto milho virtual e colho Bitcoin
Mas o cheiro da terra molhada ainda me consome
[PRÉ-REFRÃO]
O gado é de pixel, a fazenda é digital
Mas a saudade do curral é real, é fatal!
Com meu chapéu de palha e meu fone de ouvido
Navego no futuro, mas o passado é meu abrigo
[REFRÃO]
É metaverso caipira, a mistura que me faz sonhar!
Entre o real e o virtual, eu tento me encontrar
Com a viola no peito e o chip na cabeça
Sou o peão do futuro que a tradição não esquece!
[VERSO 2]
No bar do metaverso encontro meus amigos
Tomamos cerveja virtual e contamos causos antigos
Mas o abraço é sem calor, o riso é sem emoção
E a tela do meu óculos me traz a solidão
[PRÉ-REFRÃO]
O gado é de pixel, a fazenda é digital
Mas a saudade do curral é real, é fatal!
Com meu chapéu de palha e meu fone de ouvido
Navego no futuro, mas o passado é meu abrigo
[REFRÃO]
É metaverso caipira, a mistura que me faz sonhar!
Entre o real e o virtual, eu tento me encontrar
Com a viola no peito e o chip na cabeça
Sou o peão do futuro que a tradição não esquece!
[PONTE]
Que a tecnologia avança e o mundo vai mudar
Mas a essência do caipira ninguém vai apagar
Com a poeira da estrada e a luz do luar
Meu metaverso é a roça, meu lugar pra amar!
[REFRÃO FINAL]
É metaverso caipira, a mistura que me faz sonhar!
Entre o real e o virtual, eu tento me encontrar
Com a viola no peito e o chip na cabeça
Sou o peão do futuro que a tradição não esquece!
[OUTRO - Falado]
A roça é real... o resto é virtual.
Work type Music
Tags relacionamento, forró, sertanejo, independente, narrativa urbana, arrocha, comédia romântica, música brasileira
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Registry info in Safe Creative
Identifier 2604075206336
Entry date Apr 7, 2026, 10:49 PM UTC
License All rights reserved
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Copyright registered declarations
Author - Composer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Lyricist 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Song producer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Information available at https://www.safecreative.org/work/2604075206336-metaverso-caipira