Schopenhauer no Engarrafamento (O Pêndulo da Embreagem)
04/07/2026
2604075206145

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Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"Schopenhauer no Engarrafamento (O Pêndulo da Embreagem)" utiliza a estética da "Sofrência Sertaneja" para ilustrar o pessimismo metafísico de Arthur Schopenhauer no contexto da mobilidade urbana. A obra faz uma analogia direta entre a teoria schopenhaueriana — que define a vida como um pêndulo que oscila entre o sofrimento (o desejo não realizado) e o tédio (a satisfação alcançada) — e o esforço físico e mental de conduzir um veículo em um congestionamento. Através de termos como "vontade cega e irracional", "negação da vontade" e "nirvana", a letra explora o esgotamento do indivíduo diante do trânsito, transformando a rotina automotiva em uma meditação existencial sobre a inevitabilidade da dor e a futilidade da pressa nas metrópoles.

Letra Limpa: Schopenhauer no Engarrafamento (O Pêndulo da Embreagem)
[INTRO - Falado]
A vida oscila como um pêndulo... entre a dor de engatar a primeira marcha e o tédio do sinal vermelho. Que calor do caramba!

[VERSO 1]
Meio-dia, sol rachando, e o ar condicionado pifou
O rádio tocando modão, e a paciência já esgotou
O filósofo alemão diz que o mundo é ilusão
Mas a fumaça do escapamento é pura desilusão!

[PRÉ-REFRÃO]
Buzina de cá, motoqueiro de lá
E o Schopenhauer dizendo que não adianta chorar
O sofrimento é a regra, a alegria é exceção
E eu gastando gasolina no meio dessa confusão!

[REFRÃO]
É o Schopenhauer no engarrafamento!
O pêndulo do meu sofrimento!
Entre a dor da embreagem e o tédio de esperar
Nem a filosofia alemã consegue me acalmar!

[VERSO 2]
A vontade cega e irracional que rege o universo
Faz o cara do Celta cortar a minha frente num ato perverso
O pessimismo bate forte quando olho pro painel
A reserva acendeu de novo, a minha vida é um carrossel!

[PRÉ-REFRÃO]
Buzina de cá, motoqueiro de lá
E o Schopenhauer dizendo que não adianta chorar
O sofrimento é a regra, a alegria é exceção
E eu gastando gasolina no meio dessa confusão!

[REFRÃO]
É o Schopenhauer no engarrafamento!
O pêndulo do meu sofrimento!
Entre a dor da embreagem e o tédio de esperar
Nem a filosofia alemã consegue me acalmar!

[PONTE]
A negação da vontade é o caminho pra salvação
Mas eu só queria mesmo chegar logo no meu portão!
O nirvana tá distante, a uns dez quilômetros daqui
Se a vida não tem sentido, pelo menos deixa eu dormir!

[REFRÃO FINAL]
É o Schopenhauer no engarrafamento!
O pêndulo do meu sofrimento!
Entre a dor da embreagem e o tédio de esperar
Nem a filosofia alemã consegue me acalmar!

[OUTRO - Falado]
Vou desligar o carro e morar aqui mesmo... Alguém vende água gelada?

Music
narrativa urbana
sertanejo
relacionamento
arrocha
forró
independente
música brasileira
comédia romântica

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Ricardo Lima DE SOUZA
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Title Schopenhauer no Engarrafamento (O Pêndulo da Embreagem)
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"Schopenhauer no Engarrafamento (O Pêndulo da Embreagem)" utiliza a estética da "Sofrência Sertaneja" para ilustrar o pessimismo metafísico de Arthur Schopenhauer no contexto da mobilidade urbana. A obra faz uma analogia direta entre a teoria schopenhaueriana — que define a vida como um pêndulo que oscila entre o sofrimento (o desejo não realizado) e o tédio (a satisfação alcançada) — e o esforço físico e mental de conduzir um veículo em um congestionamento. Através de termos como "vontade cega e irracional", "negação da vontade" e "nirvana", a letra explora o esgotamento do indivíduo diante do trânsito, transformando a rotina automotiva em uma meditação existencial sobre a inevitabilidade da dor e a futilidade da pressa nas metrópoles.

Letra Limpa: Schopenhauer no Engarrafamento (O Pêndulo da Embreagem)
[INTRO - Falado]
A vida oscila como um pêndulo... entre a dor de engatar a primeira marcha e o tédio do sinal vermelho. Que calor do caramba!

[VERSO 1]
Meio-dia, sol rachando, e o ar condicionado pifou
O rádio tocando modão, e a paciência já esgotou
O filósofo alemão diz que o mundo é ilusão
Mas a fumaça do escapamento é pura desilusão!

[PRÉ-REFRÃO]
Buzina de cá, motoqueiro de lá
E o Schopenhauer dizendo que não adianta chorar
O sofrimento é a regra, a alegria é exceção
E eu gastando gasolina no meio dessa confusão!

[REFRÃO]
É o Schopenhauer no engarrafamento!
O pêndulo do meu sofrimento!
Entre a dor da embreagem e o tédio de esperar
Nem a filosofia alemã consegue me acalmar!

[VERSO 2]
A vontade cega e irracional que rege o universo
Faz o cara do Celta cortar a minha frente num ato perverso
O pessimismo bate forte quando olho pro painel
A reserva acendeu de novo, a minha vida é um carrossel!

[PRÉ-REFRÃO]
Buzina de cá, motoqueiro de lá
E o Schopenhauer dizendo que não adianta chorar
O sofrimento é a regra, a alegria é exceção
E eu gastando gasolina no meio dessa confusão!

[REFRÃO]
É o Schopenhauer no engarrafamento!
O pêndulo do meu sofrimento!
Entre a dor da embreagem e o tédio de esperar
Nem a filosofia alemã consegue me acalmar!

[PONTE]
A negação da vontade é o caminho pra salvação
Mas eu só queria mesmo chegar logo no meu portão!
O nirvana tá distante, a uns dez quilômetros daqui
Se a vida não tem sentido, pelo menos deixa eu dormir!

[REFRÃO FINAL]
É o Schopenhauer no engarrafamento!
O pêndulo do meu sofrimento!
Entre a dor da embreagem e o tédio de esperar
Nem a filosofia alemã consegue me acalmar!

[OUTRO - Falado]
Vou desligar o carro e morar aqui mesmo... Alguém vende água gelada?
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Tags narrativa urbana, sertanejo, relacionamento, arrocha, forró, independente, música brasileira, comédia romântica

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Identifier 2604075206145
Entry date Apr 7, 2026, 10:20 PM UTC
License All rights reserved

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Author - Composer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Lyricist 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Song producer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.


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