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Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"O Estóico do Engarrafamento" é uma composição que funde o Sertanejo Blues à filosofia estóica para abordar a resiliência emocional diante da imobilidade urbana. A obra utiliza o cenário de um congestionamento na Marginal Pinheiros como metáfora para as adversidades inevitáveis da existência, invocando os ensinamentos de Marco Aurélio e Sêneca sobre o controle da mente e a aceitação do presente. A letra explora a dicotomia entre o caos externo (buzinas, agressividade, calor) e a busca pela ataraxia (imperturbabilidade da alma), propondo que a verdadeira liberdade não reside no destino final, mas na postura filosófica adotada durante o "tempo perdido" do cotidiano metropolitano.
Letra Limpa: O Estóico do Engarrafamento
[INTRO - Falado]
A vida é curta, mas a Marginal parada às seis da tarde... essa parece eterna. Respira fundo...
[VERSO 1]
Na Marginal Pinheiros, o sol castiga o teto
Mais uma hora parado, meu destino incerto
Mas no banco do carona, Marco Aurélio me faz companhia
"Aceita o que não podes mudar", essa é a filosofia
[PRÉ-REFRÃO]
O ar-condicionado pifou, o calor me consome
Mas a mente serena, não perde o seu nome
"Não se perturbe com o que não está em seu controle"
Repito o mantra estóico, pra não perder o mole
[REFRÃO]
No engarrafamento da vida, a paciência é virtude!
Entre o caos da cidade, encontro a plenitude
De aceitar o presente, e o que ele me traz
Um estóico no trânsito, em busca da paz!
[VERSO 2]
O carro do lado buzina, o motoboy me xinga
Mas a minha alma estóica, não se atinge
"A raiva é um veneno", já dizia Sêneca
Prefiro a serenidade, que a alma me entrega
[PRÉ-REFRÃO]
O ar-condicionado pifou, o calor me consome
Mas a mente serena, não perde o seu nome
"Não se perturbe com o que não está em seu controle"
Repito o mantra estóico, pra não perder o mole
[REFRÃO]
No engarrafamento da vida, a paciência é virtude!
Entre o caos da cidade, encontro a plenitude
De aceitar o presente, e o que ele me traz
Um estóico no trânsito, em busca da paz!
[PONTE]
O tempo passa lento, mas a sabedoria é eterna
Cada minuto parado, uma lição que me governa
Que a felicidade não está no destino, mas na jornada
Mesmo que a jornada seja, uma estrada engarrafada!
[REFRÃO FINAL]
No engarrafamento da vida, a paciência é virtude!
Entre o caos da cidade, encontro a plenitude
De aceitar o presente, e o que ele me traz
Um estóico no trânsito, em busca da paz!
[OUTRO - Falado]
A vida é o que acontece enquanto você está no trânsito.
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Title O Estóico do Engarrafamento
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"O Estóico do Engarrafamento" é uma composição que funde o Sertanejo Blues à filosofia estóica para abordar a resiliência emocional diante da imobilidade urbana. A obra utiliza o cenário de um congestionamento na Marginal Pinheiros como metáfora para as adversidades inevitáveis da existência, invocando os ensinamentos de Marco Aurélio e Sêneca sobre o controle da mente e a aceitação do presente. A letra explora a dicotomia entre o caos externo (buzinas, agressividade, calor) e a busca pela ataraxia (imperturbabilidade da alma), propondo que a verdadeira liberdade não reside no destino final, mas na postura filosófica adotada durante o "tempo perdido" do cotidiano metropolitano.
Letra Limpa: O Estóico do Engarrafamento
[INTRO - Falado]
A vida é curta, mas a Marginal parada às seis da tarde... essa parece eterna. Respira fundo...
[VERSO 1]
Na Marginal Pinheiros, o sol castiga o teto
Mais uma hora parado, meu destino incerto
Mas no banco do carona, Marco Aurélio me faz companhia
"Aceita o que não podes mudar", essa é a filosofia
[PRÉ-REFRÃO]
O ar-condicionado pifou, o calor me consome
Mas a mente serena, não perde o seu nome
"Não se perturbe com o que não está em seu controle"
Repito o mantra estóico, pra não perder o mole
[REFRÃO]
No engarrafamento da vida, a paciência é virtude!
Entre o caos da cidade, encontro a plenitude
De aceitar o presente, e o que ele me traz
Um estóico no trânsito, em busca da paz!
[VERSO 2]
O carro do lado buzina, o motoboy me xinga
Mas a minha alma estóica, não se atinge
"A raiva é um veneno", já dizia Sêneca
Prefiro a serenidade, que a alma me entrega
[PRÉ-REFRÃO]
O ar-condicionado pifou, o calor me consome
Mas a mente serena, não perde o seu nome
"Não se perturbe com o que não está em seu controle"
Repito o mantra estóico, pra não perder o mole
[REFRÃO]
No engarrafamento da vida, a paciência é virtude!
Entre o caos da cidade, encontro a plenitude
De aceitar o presente, e o que ele me traz
Um estóico no trânsito, em busca da paz!
[PONTE]
O tempo passa lento, mas a sabedoria é eterna
Cada minuto parado, uma lição que me governa
Que a felicidade não está no destino, mas na jornada
Mesmo que a jornada seja, uma estrada engarrafada!
[REFRÃO FINAL]
No engarrafamento da vida, a paciência é virtude!
Entre o caos da cidade, encontro a plenitude
De aceitar o presente, e o que ele me traz
Um estóico no trânsito, em busca da paz!
[OUTRO - Falado]
A vida é o que acontece enquanto você está no trânsito.
Work type Music
Tags narrativa urbana, sertanejo, arrocha, música brasileira, relacionamento, comédia romântica, independente, forró
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Registry info in Safe Creative
Identifier 2604075206022
Entry date Apr 7, 2026, 10:03 PM UTC
License All rights reserved
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Copyright registered declarations
Author - Composer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Lyricist 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Song producer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Information available at https://www.safecreative.org/work/2604075206022-o-estoico-do-engarrafamento