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Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"A Odisseia do Uber" é uma composição épica que utiliza a estrutura da "Odisseia" de Homero como alegoria para a mobilidade urbana nas grandes metrópoles contemporâneas. A obra estabelece paralelos criativos entre figuras da mitologia grega e elementos do trânsito moderno: o motorista distraído como um Ciclope, as enchentes como o fúria de Poseidon e a espera conjugal como a figura de Penélope. Através de uma sonoridade que mistura a dramaticidade orquestral com o ritmo do sertanejo moderno, a letra explora o heroísmo anônimo do cidadão comum que enfrenta o caos logístico, os algoritmos de GPS e as "sereias" das rodovias em sua busca incessante pelo retorno ao lar.
Letra Limpa: A Odisseia do Uber
[INTRO - Falado]
Motorista, pelo amor de Zeus, não pega a Marginal agora!
[VERSO 1]
Chamei um Uber pra casa, depois da balada
Mas a viagem virou uma jornada alucinada
O GPS enlouqueceu, me levou pra outro lugar
E a cada curva errada, eu via Ítaca se afastar
[PRÉ-REFRÃO]
O motorista, um ciclope, com um olho no celular
Desviando de buracos, sem nunca reclamar
As sereias da BR me chamavam pra beber
Mas a Penélope em casa me esperava pra viver
[REFRÃO]
É a Odisseia do Uber, meu retorno ao lar!
Entre carros e buzinas, a vida a me testar
Que venham os perigos, que venham os desafios
Eu sou Ulisses moderno, enfrentando os meus vazios!
[VERSO 2]
No labirinto do trânsito, a paciência se esvai
O tempo não passa, e a gasolina cai
Enfrentei Poseidon na enchente da avenida
E a Medusa do pedágio me cobrou a vida
[PRÉ-REFRÃO]
O motorista, um ciclope, com um olho no celular
Desviando de buracos, sem nunca reclamar
As sereias da BR me chamavam pra beber
Mas a Penélope em casa me esperava pra viver
[REFRÃO]
É a Odisseia do Uber, meu retorno ao lar!
Entre carros e buzinas, a vida a me testar
Que venham os perigos, que venham os desafios
Eu sou Ulisses moderno, enfrentando os meus vazios!
[PONTE]
Depois de mil batalhas, e a conta no final
Cheguei em casa exausto, mas com um sorriso triunfal
Minha Penélope me abraça, e o cansaço se desfaz
A Odisseia do Uber, me trouxe a paz!
[REFRÃO FINAL]
É a Odisseia do Uber, meu retorno ao lar!
Entre carros e buzinas, a vida a me testar
Que venham os perigos, que venham os desafios
Eu sou Ulisses moderno, enfrentando os meus vazios!
[OUTRO - Falado]
Lar, doce lar... cinco estrelas, mas o ar-condicionado tava fraco.
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Title A Odisseia do Uber
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"A Odisseia do Uber" é uma composição épica que utiliza a estrutura da "Odisseia" de Homero como alegoria para a mobilidade urbana nas grandes metrópoles contemporâneas. A obra estabelece paralelos criativos entre figuras da mitologia grega e elementos do trânsito moderno: o motorista distraído como um Ciclope, as enchentes como o fúria de Poseidon e a espera conjugal como a figura de Penélope. Através de uma sonoridade que mistura a dramaticidade orquestral com o ritmo do sertanejo moderno, a letra explora o heroísmo anônimo do cidadão comum que enfrenta o caos logístico, os algoritmos de GPS e as "sereias" das rodovias em sua busca incessante pelo retorno ao lar.
Letra Limpa: A Odisseia do Uber
[INTRO - Falado]
Motorista, pelo amor de Zeus, não pega a Marginal agora!
[VERSO 1]
Chamei um Uber pra casa, depois da balada
Mas a viagem virou uma jornada alucinada
O GPS enlouqueceu, me levou pra outro lugar
E a cada curva errada, eu via Ítaca se afastar
[PRÉ-REFRÃO]
O motorista, um ciclope, com um olho no celular
Desviando de buracos, sem nunca reclamar
As sereias da BR me chamavam pra beber
Mas a Penélope em casa me esperava pra viver
[REFRÃO]
É a Odisseia do Uber, meu retorno ao lar!
Entre carros e buzinas, a vida a me testar
Que venham os perigos, que venham os desafios
Eu sou Ulisses moderno, enfrentando os meus vazios!
[VERSO 2]
No labirinto do trânsito, a paciência se esvai
O tempo não passa, e a gasolina cai
Enfrentei Poseidon na enchente da avenida
E a Medusa do pedágio me cobrou a vida
[PRÉ-REFRÃO]
O motorista, um ciclope, com um olho no celular
Desviando de buracos, sem nunca reclamar
As sereias da BR me chamavam pra beber
Mas a Penélope em casa me esperava pra viver
[REFRÃO]
É a Odisseia do Uber, meu retorno ao lar!
Entre carros e buzinas, a vida a me testar
Que venham os perigos, que venham os desafios
Eu sou Ulisses moderno, enfrentando os meus vazios!
[PONTE]
Depois de mil batalhas, e a conta no final
Cheguei em casa exausto, mas com um sorriso triunfal
Minha Penélope me abraça, e o cansaço se desfaz
A Odisseia do Uber, me trouxe a paz!
[REFRÃO FINAL]
É a Odisseia do Uber, meu retorno ao lar!
Entre carros e buzinas, a vida a me testar
Que venham os perigos, que venham os desafios
Eu sou Ulisses moderno, enfrentando os meus vazios!
[OUTRO - Falado]
Lar, doce lar... cinco estrelas, mas o ar-condicionado tava fraco.
Work type Music
Tags música brasileira, relacionamento, narrativa urbana, arrocha, sertanejo, comédia romântica, independente, forró
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Registry info in Safe Creative
Identifier 2604075205391
Entry date Apr 7, 2026, 9:40 PM UTC
License All rights reserved
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Copyright registered declarations
Author - Composer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Lyricist 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Song producer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Information available at https://www.safecreative.org/work/2604075205391-a-odisseia-do-uber