About the work
Pra onde correr
Quem devo atacar
Não pude escolher
Não pude evitar
Eles sabiam muito bem que eu não queria aquilo, não
Homens maus me agarraram, sem piedade, sem perdão
Quando acordei estava preso, havia ferro em minhas mãos
E eles me mantinham vivo sem direito a explicação
Não posso correr
Nem penso em atacar
A escolha é um sonho
Que poucos tiveram a chance de sonhar
Os homens maus que me prenderam me diziam que jamais
Deveria falar com os outros que também perderam a paz
Falavam que era pro meu bem, porém estava estranho demais
Olha o estado em que eu estou pra distinguir menos de mais
Anos se passaram
Eu me acostumei
Como todo crime
Esse seria descoberto pela lei
E como a lei nem sempre é justa, houve uma rebelião
Nao era a primeira vez, mas dessa vez não foi em vão
A liberdade foi possivel graças a nossa união
Não tinhamos o mesmo sangue, mas lutamos como irmãos
Pensar... pra quê? Se não existe justiça...
A escolha era um sonho... agora a tenho e não caiu a ficha
A escolha que eu tive era matar ou morrer
Como sou um homem justo, eu não escolhi matar
As pessoas que decidi nunca fazer sofrer
Estavam fazendo o contrário, estavam à me torturar
Quando saí da cela, meus sonhos voltaram à crescer
Estava tão acostumado que pensei em voltar
Pra aquele mundo limitado, sem chances, nem prazer
Tinha medo de descobrir onde eu podia chegar
Saudade da minha cela
Saudade dos homens maus
Saudade do desafeto
Ser tratado como animal
Sem fé em minha propria alma
Agora volto pra cela
E só agora que eu descobri
Que eu não sou especial...
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Work information
Title Eu Nao Sou Especial
Pra onde correr
Quem devo atacar
Não pude escolher
Não pude evitar
Eles sabiam muito bem que eu não queria aquilo, não
Homens maus me agarraram, sem piedade, sem perdão
Quando acordei estava preso, havia ferro em minhas mãos
E eles me mantinham vivo sem direito a explicação
Não posso correr
Nem penso em atacar
A escolha é um sonho
Que poucos tiveram a chance de sonhar
Os homens maus que me prenderam me diziam que jamais
Deveria falar com os outros que também perderam a paz
Falavam que era pro meu bem, porém estava estranho demais
Olha o estado em que eu estou pra distinguir menos de mais
Anos se passaram
Eu me acostumei
Como todo crime
Esse seria descoberto pela lei
E como a lei nem sempre é justa, houve uma rebelião
Nao era a primeira vez, mas dessa vez não foi em vão
A liberdade foi possivel graças a nossa união
Não tinhamos o mesmo sangue, mas lutamos como irmãos
Pensar... pra quê? Se não existe justiça...
A escolha era um sonho... agora a tenho e não caiu a ficha
A escolha que eu tive era matar ou morrer
Como sou um homem justo, eu não escolhi matar
As pessoas que decidi nunca fazer sofrer
Estavam fazendo o contrário, estavam à me torturar
Quando saí da cela, meus sonhos voltaram à crescer
Estava tão acostumado que pensei em voltar
Pra aquele mundo limitado, sem chances, nem prazer
Tinha medo de descobrir onde eu podia chegar
Saudade da minha cela
Saudade dos homens maus
Saudade do desafeto
Ser tratado como animal
Sem fé em minha propria alma
Agora volto pra cela
E só agora que eu descobri
Que eu não sou especial...
Work type Music
Tags rock brasileiro, cleiton santana, civilização perdida, eu nao sou especial, rock
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Registry info in Safe Creative
Identifier 1709043442882
Entry date Sep 4, 2017, 8:06 PM UTC
License Creative Commons Attribution 4.0
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Copyright registered declarations
Author. Holder Cleiton Santana. Date Sep 4, 2017.
Information available at https://www.safecreative.org/work/1709043442882-eu-nao-sou-especial