About the work
Uma peça teatral de Raphael Bruno.
Era uma vez, na cidade de Cochinchina, onde há muita corrupção e com 30 mil habitantes. A mesma é administrada por João Careca:
- Irmãos e irmãs de Cochinchina, eu comprei cinco mil votos e por isso, fui eleito. A população aplaude.
No ano de 2000, um surto de pessoas dançando a boquinha da garrafa, foi registrada no município. A mais prejudicada, foi a Maria Maluca, que ficou entalada com a garrafa:
- São Tantas emoções!
A corrupção é tanta, que o vereador Zé Mãozinha, deixou cair notas de “peixinhos”, de sua calcinha:
- Que horror!
Não teve dengue no município, devido a corrupção e o Sr° Mosquito resolveu tirar férias:
- Esse verão foi cansativo.
Os políticos só aparecem em época de eleição. O presidente da câmara, o Sr° Sanguessuga, quase perdeu o dedo na ratoeira, devido a operação da Swat:
- E não é que eu caí?
No ano seguinte, 2001, a Swat prendeu dois vereadores: Ratinho e Mão de Gato, por lavagem de dinheiro. Pois foi encontrada uma mangueira com um jato de água ligado.
Os munícipes não consegue fazer exame laboratorial na cidade, tendo que se deslocar, para a cidade vizinha ( Cochinchina do Sul), que é governada por Banguela:
- Aqui é igual coração de mãe, sempre cabe mais um.
Em Cochinchina, tem o Safadão, que é um bandido honesto:
- Se alguém matar ou roubar, eu meto bala. Eu adoro bala de uva!
Em pronunciamento na TV Pirulito, João Careca diz:
- Eu estou pensando numa maneira, para enganar o povo. O repórter pergunta:
- Você não tem medo de se queimar com o povo? E ele responde:
- Quem possui dinheiro, não se queima.
Nessa mesma cidade, houve um registro de assassinato, do Sr° Linguiça, que foi baleado por um cachorro:
- Nem me deixou fazer, o último pedido.
Os políticos estão planejando ganhar ás próximas eleições.
A população estão se protegendo, com dente de alho.
A Lucia lucrou com a venda, desse produto:
- Época de eleição é boa de mais. Sô!
O presidente câmara municipal, renunciou para administrar ás finanças da cidade e que o suplente, o Homem Invisível, que faz uso indevido das verbas públicas:
- Essa é a vantagem de ser invisível, pois ninguém pode me ver.
Chegou ás eleições de 2004, a população se preparou, para correr dos políticos, até os caça corruptos foram convocados, nada como uma boa grana não resolva, assim diz João Careca. O seu principal concorrente, é o Seu Gato.
Houve mudanças no legislativo, quem ganhou foi: o Veado: - A cidade será rosa! Ui! O poste: - ficarei parado na câmara. O Bicheira: - É isso aí! Tá tudo na paz, vou dá chá de erva, para os meus eleitores! É isso aí! E o Minhoca: - Vou entrar no buraco!
Enquanto no executivo, quem ganhou foi o Seu Gato:
- Miau! Miau! Cochinchina será uma cidade mais bela.
Depois da derrota, João Careca faleceu, devido aos votos comprados. Ele morreu, porque engoliu a dentadura, de tanto chorar:
- O povo me enganou!
No período de 2005 – 2008, nada mudou, a cidade continua desorganizada. Muda os políticos, menos a corrupção.
A corrupção comenta:
- Eu não posso vê uma oncinha!
O poste foi assaltado pelo Ladrão Invisível:
- Eu abracei o poste, sem ele me vê. Esse poste fala francês:
- Francês!
Nessa cidade, chove ratoeiras, mas não conseguiu pegar os políticos.
A população está ficando mais esperta, a líder do movimento é a Geninha, que denunciou a corrupção nessa localidade:
- Os corruptos estão perdidos comigo!
Ela foi ameaçada de morte por Babaca (capanga do Seu Gato):
- Vou te matar com tiros de feijão e ela responde:
- Já matei o leitão, para fazer uma bela feijoada.
A estátua é o segurança do Gato:
- Vou proteger o meu gatinho!
O ano de 2008 chegou, o povo correu dos políticos, havendo uma transformação na cidade e o povo mais crítico.
A mentalidade do povo foi alterada.
No final, ninguém foi votar e não houve eleições.
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Title Corra que os políticos, vem aí
Uma peça teatral de Raphael Bruno.
Era uma vez, na cidade de Cochinchina, onde há muita corrupção e com 30 mil habitantes. A mesma é administrada por João Careca:
- Irmãos e irmãs de Cochinchina, eu comprei cinco mil votos e por isso, fui eleito. A população aplaude.
No ano de 2000, um surto de pessoas dançando a boquinha da garrafa, foi registrada no município. A mais prejudicada, foi a Maria Maluca, que ficou entalada com a garrafa:
- São Tantas emoções!
A corrupção é tanta, que o vereador Zé Mãozinha, deixou cair notas de “peixinhos”, de sua calcinha:
- Que horror!
Não teve dengue no município, devido a corrupção e o Sr° Mosquito resolveu tirar férias:
- Esse verão foi cansativo.
Os políticos só aparecem em época de eleição. O presidente da câmara, o Sr° Sanguessuga, quase perdeu o dedo na ratoeira, devido a operação da Swat:
- E não é que eu caí?
No ano seguinte, 2001, a Swat prendeu dois vereadores: Ratinho e Mão de Gato, por lavagem de dinheiro. Pois foi encontrada uma mangueira com um jato de água ligado.
Os munícipes não consegue fazer exame laboratorial na cidade, tendo que se deslocar, para a cidade vizinha ( Cochinchina do Sul), que é governada por Banguela:
- Aqui é igual coração de mãe, sempre cabe mais um.
Em Cochinchina, tem o Safadão, que é um bandido honesto:
- Se alguém matar ou roubar, eu meto bala. Eu adoro bala de uva!
Em pronunciamento na TV Pirulito, João Careca diz:
- Eu estou pensando numa maneira, para enganar o povo. O repórter pergunta:
- Você não tem medo de se queimar com o povo? E ele responde:
- Quem possui dinheiro, não se queima.
Nessa mesma cidade, houve um registro de assassinato, do Sr° Linguiça, que foi baleado por um cachorro:
- Nem me deixou fazer, o último pedido.
Os políticos estão planejando ganhar ás próximas eleições.
A população estão se protegendo, com dente de alho.
A Lucia lucrou com a venda, desse produto:
- Época de eleição é boa de mais. Sô!
O presidente câmara municipal, renunciou para administrar ás finanças da cidade e que o suplente, o Homem Invisível, que faz uso indevido das verbas públicas:
- Essa é a vantagem de ser invisível, pois ninguém pode me ver.
Chegou ás eleições de 2004, a população se preparou, para correr dos políticos, até os caça corruptos foram convocados, nada como uma boa grana não resolva, assim diz João Careca. O seu principal concorrente, é o Seu Gato.
Houve mudanças no legislativo, quem ganhou foi: o Veado: - A cidade será rosa! Ui! O poste: - ficarei parado na câmara. O Bicheira: - É isso aí! Tá tudo na paz, vou dá chá de erva, para os meus eleitores! É isso aí! E o Minhoca: - Vou entrar no buraco!
Enquanto no executivo, quem ganhou foi o Seu Gato:
- Miau! Miau! Cochinchina será uma cidade mais bela.
Depois da derrota, João Careca faleceu, devido aos votos comprados. Ele morreu, porque engoliu a dentadura, de tanto chorar:
- O povo me enganou!
No período de 2005 – 2008, nada mudou, a cidade continua desorganizada. Muda os políticos, menos a corrupção.
A corrupção comenta:
- Eu não posso vê uma oncinha!
O poste foi assaltado pelo Ladrão Invisível:
- Eu abracei o poste, sem ele me vê. Esse poste fala francês:
- Francês!
Nessa cidade, chove ratoeiras, mas não conseguiu pegar os políticos.
A população está ficando mais esperta, a líder do movimento é a Geninha, que denunciou a corrupção nessa localidade:
- Os corruptos estão perdidos comigo!
Ela foi ameaçada de morte por Babaca (capanga do Seu Gato):
- Vou te matar com tiros de feijão e ela responde:
- Já matei o leitão, para fazer uma bela feijoada.
A estátua é o segurança do Gato:
- Vou proteger o meu gatinho!
O ano de 2008 chegou, o povo correu dos políticos, havendo uma transformação na cidade e o povo mais crítico.
A mentalidade do povo foi alterada.
No final, ninguém foi votar e não houve eleições.
Work type Literary: Other
Tags humor/comédia
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Registry info in Safe Creative
Identifier 1707213005158
Entry date Jul 21, 2017, 7:19 PM UTC
License Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0
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Copyright registered declarations
Author. Holder Raphael Bruno. Date Jul 21, 2017.
Information available at https://www.safecreative.org/work/1707213005158-corra-que-os-politicos-vem-ai