Poema da Vida Contida
02/25/2011
1102258579730

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Se passo desapercebida reclamo do engano
de quem não me lê, não me vê, não me crê
Mas sinto tensa a minha postura às avessas
o impacto de um fim que é causa, e também pausa de mim.
Quando venho chegando, me apresentando
me sinto me entregando demais, me mostrando demais… contrariando demais
Minha estrutura incontida me acusa, causa recusa
Incômodo atiça, à tolerância necessária… preguiça
É que com a regra me indisponho, nela me contraponho.
E todos notam minha destemperança, e anotam para cobran

Literary: Other
alma
comportamento
comportamento
sociedade
liberdade
alma
sociedade
liberdade
arte
arte
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Luciane Trevisan
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Title Poema da Vida Contida
Se passo desapercebida reclamo do engano
de quem não me lê, não me vê, não me crê
Mas sinto tensa a minha postura às avessas
o impacto de um fim que é causa, e também pausa de mim.
Quando venho chegando, me apresentando
me sinto me entregando demais, me mostrando demais… contrariando demais
Minha estrutura incontida me acusa, causa recusa
Incômodo atiça, à tolerância necessária… preguiça
É que com a regra me indisponho, nela me contraponho.
E todos notam minha destemperança, e anotam para cobran
Work type Literary: Other
Tags alma, comportamento, comportamento, sociedade, liberdade, alma, sociedade, liberdade, arte, arte, poema

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Identifier 1102258579730
Entry date Feb 25, 2011, 7:50 PM UTC
License All rights reserved

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Author. Holder Luciane Trevisan. Date Feb 25, 2011.


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