A tarde passa e é constante a fadiga,
E o som que eu ouço são seus passos,
E olá! Tudo bem!!
Embriagado em teu próprio mistério,
Dizendo coisas a passar com o tempo,
Espero não pensar muito mal de mim;
Mas me espere depois das seis,
Estarei pronto dessa vez,
Eu acho, que o amor é um passageiro eterno,
Que a mente deixa se enganar pela solidão;
Eu acho, que o poeta sempre esteve certo,
Que meu caminho sempre foi o incerto, e o seu,
É meu...
Depois das seis,
Depois das seis;
Ainda vendo sombras,
Ainda pagando o preço,
Sem fugir o tempo da agonia,
Depois das seis,
Depois das seis,
Depois das seis,
Depois das seis...
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