peço perdão pelas vezes que falei mal de você, mas, convenhamos, você nunca foi muito maleável comigo; geralmente seco, grosseiro, não atendia meus desejos, se eriçava ao mínimo clima. paciência tem limite e a minha durou anos convivendo com suas manias!
confesse, ao menos na hora da partida, que você tinha vontade própria! o pouco que eu conseguia era a custa de sacrifícios, quase torturas. e xinguei, sim! xinguei mesmo até a sua quinta geração, roguei praga, perdi a conta de quantas vezes me
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