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19371 results found for tag:"terror".
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Disturbing Stories #168 - Jason & Gideon
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
Todo el mundo merece una segunda oportunidad, siempre y cuando haya un arrepentimiento real y un objetivo de cambiar… ¿Es ese su caso, señora Martinson?
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Disturbing Stories #107 - Battleaxe Legends
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
Teníamos por delante todo el fin de semana para dedicarlo a nuestro hobby favorito: ¡Battleaxe!
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Disturbing Stories #007 - Infection
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
¿Mi sitio en todo esto? Yo no soy nadie…y parece que alguien pensó lo mismo...
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Disturbing Stories #178 - Zenito
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
Querer a lo distinto es también una forma de entender el mundo… ¿no?
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Disturbing Stories #046 - Dark Limits: Activación
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
Ahora, disponible la nueva mascarilla Aexternum 3....con la mejor sensación silenciosa y de confort del mercado...bienvenido al futuro...
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Disturbing Stories #029 - Se Busca Niñera
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
Marisa necesita empleo, y cada día rebusca entre anuncios para encontrar alguna oportunidad…
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Disturbing Stories #097 - El Libro Misterioso
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
La campanilla de la puerta emitió su habitual tintineo cuando Michel empujó, pero descubrió algo extraño: había una caja misteriosa encima del mostrador…
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Disturbing Stories #015 - El Último Tren
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
Todos los habitantes del continente conocen las normas…
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Disturbing Stories #001 - Mi Primera Cinta
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
Se suele decir que uno no sabe lo que tiene hasta que realiza una mudanza…
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Disturbing Stories #032 - El Método 32
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
Shh…desde aquí podrá presenciar el final de una de las sesiones… le recuerdo que todo lo que escuche o vea es confidencial…
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Disturbing Stories #275 - Enero 1850
09/16/2025
Josep Maria Solé Bargalló
La ciudad de Viena se encontraba sumida en un invierno despiadado...
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Tenemos un Secreto
09/13/2025
Sergio Hidalgo Fernández
Cuatro hombres quedan atrapados en un ascensor junto a una pareja de ancianos. La situación se vuelve más tensa en cuanto uno de los ancianos les explica el secreto que esconden y cómo les va a influir mientras sigan encerrados todos juntos. A partir de ese momento, la supervivencia prima para cada uno de ellos, y la elección de quien lo va a conseguir puede depender en última instancia de ellos.
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MAÑANAS DE SEPTIEMBRE Capítulo 01
08/27/2025
Gustavo Palacios Pilo
Victoria, Octavio y Azul son tres solitarios vecinos de un modesto complejo de departamentos suburbanos. Hasta que llegan sus nuevos vecinos a cambiarlo todo.
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1893. Drácula en Málaga
08/20/2025
Jaime Cristian Noguera Martín
Málaga, verano de 1893. Mientras la ciudad se prepara para su Exposición Agrícola e Industrial, un misterioso bergantín ruso (el Démeter) atraca en el puerto al caer la tarde. Nadie lo sabe aún, pero una antigua y oscura criatura ha llegado con él. Pronto, los barrios más humildes amanecen teñidos de sangre. Mujeres asesinadas en circunstancias espeluznantes, desapariciones sin sentido, cadáveres vacíos... El inspector Manuel Aranda, hombre metódico y solitario, y su fiel compañero Tomás Galiano, deberán enfrentarse a algo que no figura en los manuales policiales. Con la ayuda de una logia masónica, un médico ilustrado y una baronesa excéntrica conocedora de lo oculto, se verán obligados a mantener un secreto aterrador para evitar el pánico. Un vampiro ha elegido Málaga. Y no lo detendrán ni las murallas árabes de la Alcazaba, ni las oraciones, ni la razón. Solo el valor, la inteligencia y el sacrificio podrán enfrentarlo. Una novela gótica que entrelaza el terror clásico con la historia y la vida cotidiana del siglo XIX malagueño. Un homenaje literario a Bram Stoker, a Conan Doyle y a la ciudad de Málaga como nunca la habías leído.
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BORROSA
08/15/2025
CARLOS BIGORRA BADÍA
Julia, una adolescente invisible en el instituto, deberá enfrentarse a Tamara, una influencer dispuesta a acabar con quien se interponga en su ascenso a la fama global
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Jarry historia
08/10/2025
Aitzol Erkoreka
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Recuérdame
08/01/2025
Ángel Soler Marín
Tras la muerte de su hermano, Irene regresa a Tenerife para enfrentarse a un oscuro testamento y descubrir un legado que pondrá a prueba los límites de su imaginación.
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A CIDADE DE SERRA — ECOS DE MAQUELA
07/17/2025
Meireles Nsangui
Existem lugares que não deviam ser habitados. Terras que não esqueceram o que lhes foi feito. A cidade de Serra é uma dessas. Ali, o chão sussurra. As paredes escutam. E o tempo… se dobra em nome dos mortos. Este livro não é uma ficção. É um aviso.
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Os Cadernos do silêncio
07/17/2025
Meireles Nsangui
Este livro nasceu do silêncio. Do tipo de silêncio que não vem da ausência de som, mas da ausência de esperança. São poemas escritos por um homem que já desceu ao fundo do abismo. Que já perdeu a fé em si, no mundo, nas promessas, nos retornos. Mas que mesmo assim… ainda caminha. Não há aqui versos bonitos por vaidade. Há dor. Há verdade. Há um homem vazio que continua a existir por amor — amor por uma mulher que depende dele, e por um futuro que talvez ele nunca veja, mas ainda tenta criar. Cada poema é uma carta não enviada. Um grito mudo. Um espelho onde quem sente muito, talvez se reconheça. Este livro não quer ser luz. Ele quer ser abrigo. Para ti que, como eu, já perdeste quase tudo — mas ainda te recusas a desaparecer. — Meireles de Assunção Nsangui André
Creative Commons Attribution 4.0
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O Homem Sem Rosto
07/17/2025
Meireles Nsangui
O dia amanheceu sem luz. O céu não estava nublado — estava apagado. Um cinza grosso, sufocante, como se o sol tivesse desistido da Arimba. O pai de Brando enfiava os poucos pertences dentro de um saco de milho. Não falava com ninguém. Apenas rangia os dentes. — Vamos antes que o dia vire noite — murmurou. A mãe fez sinal de silêncio. — Tu ouviste? — sussurrou, tremendo. Brando e a irmãzinha pararam. Sim. Um som… ou a ausência dele. O bairro estava mudo. Sem gritos, sem passos, sem rádios de manhã. Nem galinha. Nem vento. Só… um som baixo, que mais parecia o ronco de alguém muito alto e muito perto. — Ele não foi embora — disse Brando. — Ele está aqui. A irmã mais nova, sentada num canto da casa, desenhava no chão de terra com um pedaço de carvão. Quando a mãe se aproximou, gelou. — Que estás a fazer, filha? — A desenhar o senhor da noite. No chão, um desenho: uma figura gigante, sem rosto, segurando o que parecia ser uma criança pelos pés. O pai arrancou o carvão da mão da filha. — Que raio é isso? Quem te ensinou? — Ele. Ele me mostrou como ele é… ontem. A mãe caiu sentada, com os olhos cheios. Brando segurou a irmã pelos ombros. — Não olha pra ele. Nunca mais. Nem nos sonhos. A menina chorou baixinho. E o som… voltou. Tap… tap… tap… Como passos muito pesados… Sobre o telhado. O pai pegou o facão. — Vamos sair agora. Correndo. Não importa pra onde. Mas quando abriram a porta… a rua estava errada. A casa sempre dera para a viela do lado da padaria. Mas agora… Não havia padaria. Havia apenas um campo de terra vermelha, e no meio dele, a mesma casa onde estavam, mas sem janelas. — Que raio é isto? — gritou o pai. — É ele. Ele está brincando com a gente — disse Brando. A mãe desabou de joelhos: — Estamos presos. Do outro lado da rua sem saída, uma mulher correu, gritando o nome do filho: — Mayombo! Mayombo! Mas a rua se repetia infinitamente. E atrás dela… vinha algo alto. O Homem Sem Rosto. Andava como se o chão se dobrasse sob seus pés. E com ele… vinha o silêncio. Brando puxou a irmã e correu pra dentro. O pai hesitou. Olhou o céu. E viu algo impossível: o sol estava virado de costas. Naquela noite, não houve jantar. Só uma fogueira feita de desespero e orações abafadas. Brando segurou a irmã. — Se ele me levar, não deixa ele levar você, tá? A menina respondeu com uma pergunta: — E se ele não quiser mais ninguém… só tu? Brando não respondeu. Porque a resposta… ele já sabia. O Homem Sem Rosto estava obcecado por ele.
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