eu sou aquela que não me acho e você acha o máximo. sou aquela que escreve para matar o tempo. que se escraviza para morrer em sílabas. e você, vida, vibra a cada investida. rasteja por um ataque suicida.
eu não era assim, tão árida. e não sei quando mudei. muito menos onde, doce, encruei. nada trouxe na sacola de memórias. vim só. oca. cheguei sem so[m]bra. transmutei-me em pó antes do fim.
desconheço o endereço do sorriso sem motivo. nem imagino a caixa postal das respostas tolas às pergunt
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