Eles nunca buscaram ser lendas. Nunca quiseram ser história.
Foram apenas dois seres humanos, partidos pelo mundo, reconstruindo-se um no outro — com pedaços de dor, ternura e esperança.
Não houve fama, nem grandes palcos.
Mas houve verdade.
E isso, em tempos como os nossos, é revolução.
Os dias passaram, depois voaram.
E mesmo quando tudo parecia perdido, eles ensinaram que amar não é sobre vencer todas as batalhas, mas sim escolher continuar, mesmo depois de tantas guerras.
Ficaram vestígios nos lugares por onde andaram —
um banco com marcas de mãos entrelaçadas,
uma casa simples com o cheiro do café da tarde,
uma janela que ainda se abre para o pôr do sol.
E ficaram também nos corações de quem os conheceu ou ouviu falar deles.
Porque algumas histórias não precisam de livros.
Elas se escrevem nos olhos de quem amou… e entendeu.
Se um dia alguém perguntar por eles, que se diga apenas isto:
“Foram dois que ousaram amar no mundo onde tudo gritava para desistirem. E, por isso, viveram.”
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